sábado, 19 de dezembro de 2015

Engenheiro

André Montenegro será homenageado na próxima segunda-feira, às 19 horas, na Assembleia Legislativa do Ceará, nas comemorações do Dia do Engenheiro
Exibindo

No Dragão

// Programação cultural de 22 de dezembro de 2015 a 3 de janeiro de 2016 // Dragão do Mar




FUNCIONAMENTO REGULAR DO DRAGÃO DO MAR

// Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo, das 8h às 23h. // Bilheterias: de terça a domingo, das 14h às 20h.
// Cinema do Dragão-Fundação Joaquim Nabuco: de terça a domingo, das 14h às 22h.
// Museus e Multigaleria: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábados e domingos, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

// Atenção: às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria nem bilheterias.

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FUNCIONAMENTO DOS MUSEUS NOS FERIADOS DE NATAL E ANO NOVO
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.
Após essas datas, funcionamento normal.




► Teatro da Terça [Temporada de Arte Cearense]
Espetáculo Baldio
Pavilhão da Magnólia

Cinco atores em quadros cênicos abordando histórias reais/pessoais. Um atravessamento de temas, como a morte, o estar-no-mundo, a possibilidade do encontro, que se costuram por meio dos relatos, em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-latas”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Esse é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá em parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA - Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor. O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.
// Dia 22 de dezembro de 2015, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia). 18 anos.

Contato: Pavilhão da Magnólia (3290-6339 / 98607-5502 / contato@pavilhãodamagnolia.com.br)




► Espetáculo Quem Tem Medo de Travesti
Coletivo Artístico As Travestidas

Um jovem se suicida por não suportar mais um mundo de preconceito e discriminação, crianças que brincam sem medo do desejo, pessoas sem classe social, uma mãe que perde o filho por causa de uma sociedade cruel, seres da noite, vampiras, lobisomens, centauros urbanos, bixas, viados. QTMT é um olhar artístico sobre o “Universo Trans”. Um espetáculo epidérmico-sensível-agressivo sobre questões. Um olhar delicado, e quase cru, sobre o medo daquilo que não se conhece ou que se julga, mesmo sem conhecer. É um trabalho sobre verdade e necessidade de falar, de se ouvir, melhor, de gritar! 
// Dia 23 de dezembro de 2015, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). 18 anos.

Contato: Silverio (silvero_per@hotmail.com / lukasnobrega@gmail.com / 85 9 8832.5407/ 9 87671578)





► Teatro Infantil [Temporada de Arte Cearense]
Espetáculo As Fadas
Com Paula Yemanjá e Edivaldo Batista
                
Maria e Tereza são irmãs, mas possuem vidas bem diferentes: Tereza leva uma vida de princesa enquanto Maria trabalha noite e dia para atender os caprichos de sua mãe e irmã. Mas tudo muda quando uma misteriosa senhora interfere nos destinos dessa família.
// Dia 26 de dezembro de 2015, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Livre. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia).

Contato: Paula Yemanjá (99328-4340 / pyemanja@yahoo.com.br)





► Dança Popular [Temporada de Arte Cearense]
Espetáculo Entre Penas e Contas
Grupo Oré Anacã

Existe algo mais agradável que ser convidado para ouvir música? E quando essa música vem acompanhada de um espetáculo colorido e encantador? Ainda pode melhorar quando a música e o espetáculo trazem coreografias e figurinos numa mistura de cores e danças do Brasil, como faz o espetáculo ENTRE PENAS E CONTAS. A montagem foi feita pelo grupo de dança popular Oré Anacã, que desde 2013 realiza pesquisas para desenvolver e construir um espetáculo original e encantador, reunindo danças de influências étnicas negra e indígena do Brasil.

O grupo de dança Oré Anacã foi fundado em 2011 pelo professor Marcos Campos, como um projeto de extensão da Universidade Federal do Ceará, com o intuito de fomentar e difundir o estudo das danças populares brasileiras entre a comunidade universitária. Hoje, o grupo agrega tanto estudantes da UFC como estudantes de outras instituições e pessoas da comunidade, além de capacitar professores da rede pública de ensino com cursos de capacitação e oficinas em escolas públicas e comunidades indígenas e quilombolas, ministrados por seus bailarinos e chancelados pela Universidade Federal do Ceará.

ENTRE PENAS E CONTAS é um espetáculo colorido e dançante que traz 50 minutos de viagem pela nossa cultura popular. A pesquisa gerou um acervo de 25 coreografias, tendo sido selecionadas onze delas para esse espetáculo, entre as quais, Afoxé, Frevo, Siriri e Reisado.

Para a elaboração das danças, os bailarinos consultaram mestres de cultura, grupos populares, festas, etc, todos in loco, para que as coreografias fossem as mais genuínas possíveis e mostrassem ao público a beleza da nossa cultura popular, resgatando a tradição e a memória do nosso povo. Ver o ENTRE PENAS E CONTAS, além de proporcionar aos espectadores um espetáculo belo aos olhos, proporciona também um conhecimento cultural e enriquecimento histórico.
// Dia 26 de dezembro de 2015, às 18h, no Espaço Rogaciano Leite. Gratuito.

Contato: Natália (98612-0993 / nats.eu@hotmail.com)





► Frequência Beatles
Com Rubber Soul e convidados

A tradicional Festa do Frequência Beatles será realizada no sábado após o Natal, dia 26 de dezembro, a partir das 19h, na Praça Verde. Entoando grandes clássicos dos Fab Four, a banda Rubber Soul comanda o show, com os convidados Luizinho Magalhães, Felipe Cazaux, Dalwton Moura e Gabriel Câmara, do grupo Stoneglass do Rio Grande do Norte, entre outros.

Programa da Rádio Universitária FM 107,9 Mhz, a Festa do Frequência Beatles começou em 1993 na Concha Acústica da Universidade Federal do Ceará (UFC) e também já foi realizada em outros locais como o Anfiteatro da Volta da Jurema, Parque Adail Barreto e casa de shows Kukukaya, sempre com grandes públicos.

Agora a expectativa é imensa, pois pela segunda vez irá para o centro cultural mais importante do Ceará e no seu maior espaço, a Praça Verde. O evento ganhou um lastro muito valioso, pois agora tem o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult).

A Banda Rubber Soul é formada por Kildare Rios (baixo, teclados e voz principal), Eduardo Neves (guitarras solos e vocal), Daniel Kobaya (Guitarra base e vocais) Tiago Mendonça (teclados, percussão e vocais) e Armando Gaspar (bateria). Uma das mais conceituadas bandas cover dos Beatles no Brasil, os músicos utilizam instrumentos idênticos aos que os Beatles usavam nos palcos e nos estúdios, além de reproduzirem fielmente os arranjos dos quatro artistas de Liverpool. No repertório, clássicos dos Beatles e também das carreiras solo de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

Além da Banda Rubber Soul, já estão confirmados os músicos convidados Luizinho Magalhães, que desde a década de 60 com seu então grupo Os Pharaós interpreta as composições do Fab Four; Felipe Cazaux, guitarrista e cantor de Blues; o músico e jornalista Dalwton Moura; e Gabriel Câmara, guitarrista da banda Stoneglass do Rio Grande do Norte, entre outros.

// Dia 26 de dezembro de 2015, às 19h, na Praça Verde. Ingressos: 1º lote | R$ 10 e R$ 5 (meia) - até domingo (dia 20/12) // 2º lote | R$ 16 e R$ 8 (meia) - de terça (22/12) a sábado (26/12). Vendas: Casa dos Relojoeiros (North Shopping, Iguatemi, Shopping Benfica e Praça do Ferreira, no Centro) e bilheteria do Dragão do Mar (funcionamento de terça a domingo, das 14h às 20h; nos dias 24 e 25/12, não abrirá).

Contato (imprensa/comunicação) 85 9.8864.2237 (Nelson Augusto)




► Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos agitam as tardes de domingo. São parte ainda da programação desta edição atrações dos programas Circula no Ponto e Fuxico Musical, da TAC. Veja a seguir.

// Dias 27 de dezembro de 2015 e 3 de janeiro de 2016, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.




► Brincando e Pintando no Dragão do Mar 
Brincadeiras e atividades infantis para todas as idades orientadas por monitores.

// Dia 27 de dezembro e 3 de janeiro de 2016, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.



► Nas Ruas do Dragão [Temporada de Arte Cearense]
Espetáculo Final de Tarde
Teatro de Caretas

O grupo Teatro de Caretas apresenta a peça "Final de Tarde", resultado da pesquisa “A cidade como dramaturgia: uma experiência de atuação na rua”, desenvolvida no Laboratório de Criação Teatral 2014, da Escola Porto Iracema das Artes.

O espetáculo se baseia na pesquisa de André Carreira, tanto na relação entre ator e público como na relação do teatro com a cidade. O espetáculo foi construído a partir de experimentações do grupo em diversos locais de Fortaleza e Juazeiro do Norte, bem como em sala, com jogos e exercícios, e a partir dos encontros com o diretor.

Final da Tarde propõe uma experiência de atuação cênica baseada no detalhe da interpretação, em que proximidade e intimidade entre transeuntes e atores são os elementos centrais. Um aspecto importante é que os transeuntes não serão previamente informados da peça. Não haverá palco nem formalidades de início e fim. A história de uma mãe, seu filho e seu marido no dia-a-dia de Fortaleza invadirá a praça e Final da Tarde se desenrolará no instante cotidiano.

// Dia 27 de dezembro de 2015, às 17h, na Praça Almirante Saldanha. Gratuito. Livre.

Contato: Vanessia (99621-9191 / vanessiagomes@gmail.com)






// PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO 

Planetário Rubens de Azevedo é um espaço de entretenimento e formação pedagógica através de caráter transdisciplinar em Astronomia. Ingressos: R$ 8 e R$ 4 (meia). Devido aos feriados de Natal e Ano Novo, o planetário não funcionará dias 24, 25 e 31 de dezembro nem dia 1º de janeiro. Confira:

Sessões aos sábados e domingos
O ABC do Sistema Solar, sempre às 19h
Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma "estrela cadente" e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua. De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada "Observador". Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol.

Origens da Vida, sempre às 20h
Apresenta as recentes descobertas sobre os princípios químicos da origem do Universo através do Big Bang. Trata das questões biológicas da origem da vida na Terra e das pesquisas sobre vida extraterrestre. Com linguagem simples e fantásticas imagens, a sessão apresenta os novos conhecimentos sobre o nascimento, vida e morte das estrelas e dos sistemas planetários. Traz um olhar sobre o início da vida na Terra e a extinção dos dinossauros. "Origens da Vida" é uma viagem fantástica através do tempo, mostrando muitas descobertas feitas no passado recente e faz uma alerta para nossa consciência planetária. 






// EXPOSIÇÕES EM CARTAZ


► Intervenção em espaços externos – Fotografia [Temporada de Arte Cearense]
Intervenção Epiceno

“O gênero se converte em inteligível através dos signos que indicam como o mesmo deveria ser lido ou compreendido. Estes indicadores corporais são os meios culturais através dos quais se lê o corpo sexuado". (Judith Butler)

O que é o gênero? Como nós o construímos? Como o identificamos e assumimos? Quais os valores que associamos a ele? Essas perguntas permeiam as imagens produzidas. O projeto constitui um exercício em que cada um é convidado a refletir sobra sua identidade sexual. O resultado são fotografias que pertencem ao nosso imaginário coletivo e conformam uma sátira ao mesmo. Ao isolar o par “masculino/feminino” de cada um em uma única imagem, se evidencia o quão arraigadas estão as condutas tradicionais de gênero.

Na Praça Verde. Gratuito. Visitação aberta.

Contato: Juliana Mota (99957-2690 / jumota13@hotmail.com)





► Exposição A Palavra e o Traço
Com curadoria da historiadora Valéria Laena, retrata vida e obra do arquiteto, urbanista e compositor cearense Fausto Nilo. Autor de mais de 400 composições interpretadas por grandes nomes da música brasileira – como Moraes Moreira, Gal Costa e Fagner –, Fausto Nilo é também o responsável, junto de Delberg Ponce de Leon, pelo projeto do Centro Dragão do Mar. 

// No Piso Superior do Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito. 

// Atenção ao funcionamento nos feriados de fim de ano:
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.





► Ocupação do Museu da Cultura Cearense [Temporada de Arte Cearense]
Exposição Zona de Litígio

Zona de Litígio é fruto de uma residência artística móvel realizada pelos artistas Adriele Freitas, Filipe Acácio, Júlia Braga, Juliane Peixoto, Patrícia Araujo e Samuel Tomé. Constituída por um conjunto de 16 obras, entre instalações, vídeos, fotografias, desenhos e registros de performances, a exposição entrou em cartaz no dia 17 de dezembro (quinta-feira).

Partindo de Fortaleza, o grupo percorreu quase 900km de estrada rumo a Oiticica, distrito de Crateús, que pertence a uma zona de disputa de terras entre os estados do Ceará e do Piauí. Um inventário poético foi desenvolvido durante a viagem a partir de observações, conversas e ações artísticas in loco. “O resultado é um processo compartilhado e ao mesmo tempo individual. A viagem foi um disparador de processo”, explica Patrícia Araujo. Tanto é que os artistas decidiram não assinar as obras. E para além do lugar em si, a exposição é sobre a potência desse mesmo lugar para gerar outras questões: fronteiras, limites, barreiras invisíveis que existem.

Entre as obras expostas, objetos coletados e dispostos como restos arqueológicos de um passado remoto, fotografias de ermas paisagens e experiências artísticas nascidas ao acaso, como a carne podre atirada ao léu e comida vorazmente por urubus.

Impasse

A faixa de terra entre Ceará e Piauí está em disputa desde 1880, quando Dom Pedro II assinou um decreto no qual o Ceará cedeu uma parte do seu mar para o Piauí. A questão afeta cerca de 13 municípios cearenses e 7 piauienses ao longo de uma faixa de aproximadamente 450 km. São inúmeras as burocracias necessárias para redefinir a divisão das terras, dependendo da aprovação de um projeto de lei federal que ponha fim ao impasse.

Sob o ponto de vista de uma história polifônica e múltipla, é possível a invenção e a ficcionalização da Zona de Litígio como um espaço do entre - que não pertence nem ao Ceará nem ao Piauí. Trata-se de uma região ambígua, de separação, de passagem e de desaparecimento: é aí onde reside seu potencial poético e o desejo de transpor fronteiras.

Com foco na ideia de limite, Zona de litígio busca discutir pontos importantes para a arte contemporânea: quais impasses políticos estão envolvidos na zona litigiosa? Como falar de um corpo exposto à margem? De que margem estamos falando? Como alargar as bordas que separam essas fronteiras? Que outras tensões e contextos esse lugar traz à tona?
Movidos por essas questões, os artistas assumiram o gesto de “permanecer”, de “se demorar”, como fio condutor para observar, fruir, questionar e causar embates, incitando processos artísticos (e, portanto, políticos).

// No Piso Intermediário do Museu da Cultura Cearense. Gratuito. Livre. Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com acesso até as 21h30). Gratuito. Livre.

// Atenção ao funcionamento nos feriados de fim de ano:
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.






► Exposição dos Laboratórios de Artes Visuais

O Instituto Dragão do Mar através do Porto Iracema das Artes e do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE)apresenta o resultado dos projetos de pesquisa desenvolvidos em 2015: “Corpo Móvel”, de Sabyne Cavalcante com colaboração de Ramirez Gurgel, sob a orientação de Mariza Mokarzel; “Degenero”, de Henrique Viudez com colaboração de Ana Claúdia Araujo, sob a orientação de Cauê Alves; “Práticas de Fronteira”, de Flora Paim e Ivana Amorim, sob orientação de Ricardo Basbaum e “Notas para um atravessamento cartográfico”, de Haroldo Saboia com colaboração de Wanessa Malta, sob a orientação de Júlio Martins.


Corpo Móvel
artista Sabyne Cavalcanti
colaborador Ramirez Gurgel
tutora Marisa Mokarzel

Sabyne Cavalcanti franqueia o lugar onde mora, deixa abertas as portas do Mataquiri Museu para que a “relação com o plural do outro” torne-se plena, e assim estabeleça as trocas, possíveis no campo do afeto e da arte. Artista e mobílias integram-se na imaterialidade da memória, no cotidiano que se tece aberto ao fluxo de pessoas, sabedor da passagem do tempo.


Degenero
artista Luis Henrique Viudez
colaboradora Ana Claudia Araújo
tutor Cauê Alves

Tendo sexualidade e seus desdobramentos como eixo central, Luis Henrique Viudez desconstrói noções binárias e normativas através de relatos e pinturas. O artista nos apresenta representações, onde gênero e identidade se confundem ou se desfazem.


Práticas de Fronteira
artistas Flora Paim e Ivana Amorim
tutor Ricardo Basbaum

O projeto consiste em uma investigação artística a partir das atividades da Feira na Rua José Avelino que ocorre no Centro da cidade de Fortaleza/CE. As artistas articulam sua pesquisa, enquanto práticas de fronteira, mobilizando a intervenção na produção de passagens entre os dois territórios (Feira e Museu) para aí abrir brechas, curto-circuitos e misturas.


Notas para um atravessamento cartográfico
artista Haroldo Saboia
colaboradora Wanessa Malta
tutor Júlio Martins

Em “Notas para um atravessamento cartográfico”, o artista Haroldo Saboia elege palavras que nomeiam localidades cearenses e cujas possibilidades de significado irão acompanhar seu olhar pelas travessias e visitas que realiza. As viagens a VENTURA, SOLIDÃO e DESERTO, no interior do Ceará, são tentativas de desbravar os significados das palavras como se fossem geografias desconhecidas.


// Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com acesso até as 21h30). Gratuito. Livre.

// Atenção ao funcionamento nos feriados de fim de ano:
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.


Contato: Assessoria de Imprensa do Porto Iracema: Ana Alice Nogueira 3219.5842 // 85 99938.3310.






► Exposição Agricultura da Imagem
De Rodrigo Braga

O conceito cunhado pelo renomado artista canadense Jeff Wall que divide os fotógrafos em duas categorias, caçadores e agricultores, serviu de inspiração para o título da exposição de Rodrigo Braga, Agricultura da Imagem. Idealizada pelo ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea e com curadoria de Daniel Rangel, a mostra estará em cartaz de 29 de outubro de 2015 a 24 de janeiro de 2016, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE), no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

A mostra itinerante foi considerada sucesso de público e de crítica em sua estreia no Sesc Belenzinho, São Paulo, tendo recebido cerca de 200.000 pessoas entre setembro e novembro de 2014, período em que ficou exposta.

“Segundo Wall o fotógrafo caçador captura imagens que encontra no mundo, já o agricultor constrói a imagem antes de fotografa-la. Um processo de trabalho realizado constantemente por Rodrigo que parece estar buscando imagens que já existem em sua cabeça, um eterno deja vu imagético”, destaca o curador.

Rodrigo nasceu no Amazonas em 1976, mudou-se para Pernambuco aos dois anos e vive no Rio de Janeiro desde 2011. O deslocamento entre esses três estados nos últimos quatro anos e sua experiência com os diferentes biomas e culturas de cada um é material para a maior exposição de sua carreira, com 30 fotografias, três vídeos e objetos encontrados nas investigações em campo.

Filho de biólogo, o artista se utiliza de um peculiar método de criação que marca sua trajetória artística: ele mergulha na natureza local mais inóspita em busca de cenários e elementos para compor suas fotos e realizar seus vídeos. A imersão em cada lugar dura geralmente um mês, em solidão, quando, como um bom agricultor de imagens, ele “aduba” as paisagens que vão compor as fotografias com elementos que encontra pelo caminho, como folhas, pedras e flores, e outros que compra em mercados e feiras locais, como carcaças de animais.

“Minhas fotos são fictícias, totalmente produzidas”, explica Braga, vencedor do Prêmio MASP Artista Emergente de 2013. “Exploro a região para encontrar inspiração e faço desenhos em meu caderno de croquis, que no futuro se transformarão no trabalho final”. Esses rascunhos estarão presentes na mostra, numa espécie de gabinete do artista, onde os visitantes descobrirão como funciona o processo criativo do artista.

Para a exposição, o fotógrafo explorou o Rio Negro, o litoral de Pernambuco e os cursos d’água do bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Trabalho com o conceito da mimesis, que significa representação em grego”, conta. Durante a concepção das fotografias, ele mistura os elementos e mostra como se complementam e se assemelham. “Um peixe pode se transformar numa folha, assim como uma folha pode se parecer com um peixe”, diz. Para a nova exposição, ele recolheu peixes descartados por pescadores ou encontrados na maré baixa. O uso das carcaças, uma marca em seu trabalho, também o ajuda a retratar o sentido cíclico da morte, de transformação e integração, tão marcante na natureza e presente nas obras de Agricultura da Imagem a partir de outubro.

Além das fotografias e do gabinete do artista, que de certa forma exibem este processo de construção de imagens de Rodrigo, três vídeos fazem parte da mostra. Segundo Rangel, “a relação de Rodrigo com a natureza é ainda mais direta na sua produção audiovisual. Ao fazer suas ações performáticas, que dão origem aos vídeos, ele busca um dialogo direto entre homem e natureza”.  


Sobre Rodrigo Braga

Nascido em Manaus, viveu em Recife, onde se graduou em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE. Possui obras em acervos como o do Museu de Arte Moderna do Rio, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) de Pernambuco, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná e na Maison Européene de la Photographie de Paris.

Seu trabalho transita entre a performance, a fotografia e o vídeo, onde frequentemente se coloca como personagem principal de sua obra, que tem forte relação com a natureza. Braga participou das últimas edições da Bienal Internacional de São Paulo e da Bienal de Cerveira, em Portugal. Em 2012, venceu o prêmio Pipa de Artes Visuais na categoria Voto Popular Exposição. Entre agosto e outubro de 2013, realizou uma residência artística na Residency Unlimited, no bairro do Brooklyn, em Nova York, como prêmio da bolsa ICCo/SP-Arte 2013.

// Em cartaz até dia 24 de janeiro de 2016. Visitação aberta ao público, de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

// Atenção ao funcionamento nos feriados de fim de ano:
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.






► Artes Visuais no Dragão – Ocupação da Multigaleria [Temporada de Arte Cearense]
Exposição RASGADOS E COLADOS

Artista: Júnior Erre // Curadoria: Otília

A exposição se propõe a questionar os valores e o comportamento do homem moderno em relação à vida, à morte e ao universo de coisas que o cerca ... como a arte, a natureza, a política e suas consequências. Tudo que compõe de forma trágica e bela o tempo e o mundo em que vivemos. Por isso, a circulação e registro da série “RASGADOS E COLADOS”, além da pesquisa, que busca estabelecer uma relação entre o artista, sua obra e o público apreciador dela são de total relevância. Assim como é importante quando instituições podem oferecer ao público a chance de ‘penetrar no universo da arte’, pois só dessa maneira é possível aproximar o artista da sociedade e dos significados que circundam sua obra. É isso, portanto, que incita a curadoria a unir a arte com a pesquisa antropológica porque se desde os tempos mais remotos o homem utilizou a arte para se comunicar, é importante que essa comunicação continue a ser objeto de investigação e se constitua num instrumento - lúdico, prazeroso - de aproximação entre o investigador e o ‘objeto’ investigado.

// Segue em cartaz na Multigaleria do Dragão do Mar. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

// Atenção ao funcionamento nos feriados de fim de ano:
Abre dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 12h (com acesso até 11h30).
Fecha nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.





► Intervenção em espaços externos [Temporada de Arte Cearense]
Intervenção Descartável

Descarte, lixo, utilidade e reduzir: palavras que se encontram no cerne de um dos maiores desafios dos nossos dias que mobiliza questões ambientais, socioeducativas e de políticas públicas. O circuito utilitário e de descarte das coisas em nossa sociedade, longe de ser rotina simples e racional engaja-se, cada vez mais, em uma prática desestabilizada por um destrutivo e desenfreado processo de consumo que há muito extrapolou o âmbito das coisas e ressoa no humano.

Motivada por essas questões, a exposição “Descartável” propõe-se como uma performance fotográfica, em que o plástico oriundo de sacos plásticos e de embalagens de produtos e o corpo performativo inspiram imagens em variados formatos, texturas e cores que buscam não só evidenciar o lixo descartável  mas, também, refletir sobre as relações que se instauram nesse gesto de descarte.

Performance fotográfica que extrapola o ato de produção e realização do evento fotográfico e se mostra também no arranjo expositivo proposto já que o projeto “Descartável” pretende levar ao Dragão do Mar um formato alternativo, para a exposição de suas imagens. A intenção é trazê-las para o espaço público expondo-as em locais inusitados e inabituais – no caso em impressões lambe-lambe e  em lona, fixadas em lixeiras, no chão e espelho d'água existentes no espaço de convívio no centro cultural. A ideia é suscitar novas sensações, novos olhares a partir da interação da fotografia com o espaço e com o público por ela alcançado e afetado, na tentativa de incitar reflexões singulares sobre a questão do lixo e de seu descarte.

FICHA TÉCNICA
DESCARTÁVEL: Intervenção fotográfica
CONCEPÇÃO: Natália Coelh e Isabelle de Morais
PERFORMER: Natália Coelh
FOTÓGRAFA: Isabelle de Morais

// No Espelho D'Água. Gratuito. Visitação aberta.

Contato: Natália Coehl (98692-3546 / 99921-0951 / 98803-5223 / nataliacoehl@gmail.com)

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