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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Governança do Sistema CNDL

Hoje (31), o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, participou de reunião de apresentação do Novo Modelo de Governança do Sistema CNDL aos presidentes das CDLs do Ceará, na sede da FCDL-CE. O momento contou com grande adesão das lideranças, que acompanharam a apresentação do consultor da Fundação Dom Cabral, Valdemar Barros, sobre o Novo Modelo. Além de Honório, estavam presentes o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL-CE), Freitas Cordeiro, e o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL Fortaleza), Severino Ramalho Neto.
Honório Pinheiro reforçou o caráter coletivo do projeto, ressaltando que o mesmo foi pensado por diversas frentes e é fruto da vontade de muitos. Hoje, o Novo Modelo de Governança é apoiado por 25 das 27 unidades federativas e, mesmo nas duas que não apoiam plenamente, há lideranças favoráveis. O presidente da CNDL reforçou ainda os objetivos principais do projeto em duas palavras: sustentabilidade (o Sistema precisa ser regulamentado para conseguir sustentar-se, dar continuidade às suas atividades, crescendo) e comunicação (o Sistema precisa ser mais visto e sua importância reconhecida pelo poder Público).
Ainda hoje, Honório seguiu para Brasília e amanhã (1°) participa de reunião com presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi, onde tratarão de assuntos diversos de interesse das duas entidades representadas.
Sobre o Novo Modelo de Governança do Sistema CNDL
O Novo Modelo de Governança da CNDL proposto pela atual gestão é fruto de parceria com a KPMG, Fundação Dom Cabral e das premissas levantadas com os dirigentes do Sistema CNDL. A KPMG pesquisou entidades no Brasil e diagnosticou que o modelo atual tem altos riscos operacionais e financeiros para o Sistema CNDL, além de grande insegurança jurídica com riscos de perda e isenção tributária.
O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, explica que o novo modelo inclui o formato de empresa com fins lucrativos, no caso uma sociedade anônima, de capital fechado, oferece os melhores resultados em termos de potencialização dos negócios e mitigação dos riscos. O modelo também permite captar financiamento para crescer e formar joint ventures – cooperação econômica ou estrutural entre duas ou mais empresas. 
Para o professor da Fundação Dom Cabral, Valdemar Barros, o atual modelo é fusionado, ou seja, mistura associativismo com prestação de serviços. “A nova solução passa a se configurar como diferenciada, cujos componentes representatividade e serviços destravam as limitações e potencializam o associativismo como instrumento de rede e oferta de serviços", explica.

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