sábado, 4 de junho de 2016

Fala Marcos de Holanda

03/06/2016 14h01 - Atualizado em 03/06/2016 14h18

MP e MPF apontam fraude de R$ 683 milhões em empréstimos no BNB

Empresas envolvidas têm ligação com as investigações da Lava Jato.
Procurador afirma que Justiça recusou denúncias de improbidade.

Do G1 CE
As fraudes na concessão de empréstimos pelo Banco do Nordeste são estimadas pelo Ministério Público no Ceará e Ministério Público Federal em R$ 683 milhões, em operações de crédito que totalizam R$ 1,5 trilhão. Os procuradores relatam também que a Justiça negou parte das denúncia de ação de improbidade, o que gerou "dificuldade no processamento". O banco é alvo constante de escândalos de corrupção, envolvendo em algumas casos cifras bilionárias.
As denúncias foram divulgadas nesta sexta-feira (3) pelas entidades, que apontam a atuação de uma “organização criminosa” dentro do BNB para concessão de empréstimos ilegais. As investigações indicam que pelo menos 11 empresas estão envolvidas no esquema.

O procurador da República Oscar Costa Filho afirma que uma organização atuava aparelhando as instâncias internas do banco para conceder empréstimos fraudulentos a empresas que não tinham idoneidade financeira.
"Inicialmente, as práticas criminosas se davam mediante a manipulação da nota de riscos e a desobediência sistemática dos normativos internos do banco, no que diz respeito, por exemplo, à exigência de garantias confiáveis para fazer com que os empréstimos tivessem uma determinada segurança. Esse é o perfil da organização", observa o procurador.

O promotor de Justiça Ricardo Rocha, que contabiliza os prejuízos a partir de documentos recebidos anonimamente, conta que o BNB "foi tomado há algum tempo por uma verdadeira quadrilha". "Essas irregularidades são gravíssimas. Os balanços da empresas eram maquiados no sentido de se manipular a capacidade de crédito de cada uma. Esses diretores cobravam, inclusive, propina para conceder esses empréstimos".
O BNB informou que se tratam de denúncias envolvendo ex-diretores e, por isso, não vai se pronunciar sobre o assunto.

Oscar Costa Filho e Ricardo Rocha citaram o caso de uma empresa que recebeu empréstimo de R$ 96 milhões e, "pouco tempo depois", pediu recuperação judicial. "Esses créditos não foram cobrados porque eles não foram concedidos para serem pagos. Uma questão que nós enfrentamos é saber por que créditos enormes não são judicializadas às respectivas cobranças", questiona.

Relação com a Lava Jato
Para Ricardo Rocha, a ligação de empresas envolvidas no esquema com o caso da Operação Lava Jato está "absolutamente clara". Ele descreve que em uma das empresas investigadas um dos acusados exercia, ao mesmo tempo, a função de diretor do banco e de presidente do conselho de administração da empresa.

"A empresa foi beneficiada. O diretor fez com que o banco comprasse 50% das ações dessa empresa. Foi comprovado que a empresa foi usada como laranja para várias transferências da Lava Jato, e um desses valores, de R$ 500 mil, foi depositado por essa empresa na conta da esposa do ex-tesoureiro do PT, João Vacari Neto, que em seguida comprou uma casa com esse valor", recupera.

Entraves processuais
Oscar Costa Filho e Ricardo Rocha reclamam que, apesar de terem denunciado o caso, a justiça não aceitou as ações de improbidade. "Das seis ações de improbidade, duas foram rejeitadas porque foi entendido que não havia elementos suficientes. As quatro demais não foram aceitas porque o juiz entende que a competência é da justiça estadual. Nós estamos com dificuldade no processamento dessas ações. Basicamente um conflito pra decidir quem julga é estadual ou federal", explica.

Já para o procurador, citando novamente a Lava Jato, as ações de improbidade são da Justiça Federal. "A Lava Jato foi um dano contra a Petrobras, que é uma sociedade de economia mista, como o Banco do Nordeste. E quem sofre prejuízo é da União".

"Nós decidimos que vamos provocar diretamente o Superior Tribunal de Justiça (STJ), não vamos esperar por recurso. Vamos pedir que o STJ, usando da prerrogativa que existe na lei, distribua com o relator para dizer de maneira provisória qual vai ser a justiça que vai processar, até que se defina o mérito, porque não podemos ficar esperando pelo recurso", explica.

Vamos lá.
Conversei ontem com o presidente do BNB, Marcos de Holanda.
Ele não pediu reservas, mas não permitiu que gravasse.
Disse que o Banco está tomando todas providências.
"Quem for culpado será punido. Não vou esperar muito tempo para isso. Caso se comprove fraudes os culpados serão punidos exemplarmente".
"Banco faz negócios de risco e pode ter havido fraude, mas isso não é uma prática comum. O BNB tem auditores sérios".
Marcos de Holanda conversou comigo, a caminho de seu gabinete depois de te participado da foto oficial do Seminário Ética nas Estatais.
O presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Marcos Costa Holanda, lançou nota sobre a acusação de fraude nos empréstimos do BNB de 2008 a 2001. "Desde a posse da atual Diretoria, em maio de 2015, e em atendimento às recomendações dos órgãos de controle, foi dada a prioridade no sentido de apurar eventuais responsabilidades nas operações em questão", diz a nota.
Das 11 empresas citadas pela investigação do Ministério Público Federal, dez já tiveram concluídos os processos internos de auditoria das concessões de crédito. "Em decorrência destes exames, foram instaurados processos administrativos disciplinares com relação a quatrao empresas citadas", destaca a nota.
"As apurações realizadas buscam a verificação do atendimento às normas internas, dentro das competências da auditoria do Banco, não sendo objeto do trabalho realizado exame de supostos atos ou ações externas aos processos do BNB", completa  nota.
Em relação aos possíveis prejuízos do Banco, "que ainda objeto de ações no sentido de reaver os créditos conceidos, cabe destacar que valores na cada dos trilhões divulgados em alguns veículos de imprensa (R$ 1,5 trilhão é o dobro do PIB do Nordeste) são completamente equivocados".
A nota finaliza "ressalte-se, por fim, que atual administração do Banco do Nordeste tem compromisso inegociável com a ética e integridade na gestão da coisa pública. Esse compromisso está sintetizados no lema de seus 7.229 funcionários: Ética - e e você somos os responsáveis".

Dia dos Namorados

Um concurso cultural promovido pela Skyler, marca de referência em moda masculina, vai selecionar neste Dia dos Namorados a melhor foto romântica para premiar com uma viagem a Paris. Os participantes podem se inscrever pelo sitehttp://paixaoporvoce.com/ e enviar a melhor imagem ou lembrança do casal que represente o tema “Paixão Por Você”. Podem participar residentes dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. As fotos devem ser submetidas até o dia 12 de junho e serão avaliadas por um júri composto por membros da Skyler, publicitários, jornalistas e formadores de opinião. O vencedor leva um pacote turístico no valor de R$ 10.100,00 que equivale uma viagem de sete dias para Paris. O regulamento completo pode ser conferido no site do concurso.
Sobre a Skyler
Atuando no mercado de moda masculina desde 1997, a Skyler possui, atualmente, uma rede de mais de 50 lojas em todo Brasil. Com um modelo de negócios que consiste em produtos de vestuário atualizados com atendimento personalizado, a Skyler tem produtos que focam no compromisso entre a marca e seus consumidores. A produção da marca tem como resultado cerca de 500 modelos por coleção, entre as linhas Basic, Casual e Premium, sendo estes dispostos em duas coleções anuais.

Hoje Miss Caucaia


Sal e Brasa


Sal e Brasa no Off Outlet

Além de mais econômico, agora, ir às compras no OFF Outlet vai ser também mais saboroso. A partir de hoje, o Sal e Brasa Grill Express passa a fazer parte do delicioso mix encontrado na Praça de Alimentação, em ambiente confortável e climatizado. No OFF Outlet, o restaurante segue o formato fast food e terá seu funcionamento de segunda a sábado das 11 às 21h e aos domingos e feriados, das 11 às 19 horas.
Considerada uma das melhores churrascarias de Fortaleza, a Sal e Brasa tem mais de 20 anos de tradição no mercado brasileiro. O restaurante oferece uma variedade de grelhados, peixes, aves e massas com o famoso padrão de qualidade gastronômica da. rede. A Praça de Alimentação do OFF Outlet conta ainda com Cacau Show, Brandonis, Companhia da Empada, Pittsburg, Rede Açaí e Sabor Caseiro.
O OFF é o maior Outlet do nordeste e o único em operação no Ceará. Dispõe de mais de 90 opções de marcas e descontos que chegam até 80%. Localizado em Caucaia, a 15 km do centro de Fortaleza, a estrutura conta com 1.300 vagas de estacionamento gratuitas, fraldário e ambulatório. O funcionamento é de segunda a sábado, das 9 às 21 horas, e aos domingos e feriados, das 11h às 19h.
Telefone: 85 3401.0600 | Site: http://www.offoutletfashionfortaleza.com.br


Morre Muhammad Ali


Uma lenda partiu aos 74 anos. Rip.
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Fala Ciro


Além de traidor e golpista , mesquinho!

Nada como o poder para revelar a alma de alguém. Considere Temer. Ele mandou interromper a comida para Dilma e assessores no Palácio do Alvorada, conforme…
DIARIODOCENTRODOMUNDO.COM.BR
METRALHADORA
DE CIRO GOMES
Nesta sexta-feira, no programa de Mariana Godoy, o conhecido e respeitado político Ciro Gomes, "mandou bala" em algumas das conhecidas figurinhas da política brasileira. Nas suas fotos, estão algumas de suas azedas frases. Mais um show do nosso Ciro.

MARIANA GODOY ENTREVISTA

Ciro Gomes: "Michel Temer é testa de ferro de Eduardo Cunha"


Publicada: 03/06/2016 - 23h31 

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e o político Ciro Gomes foram os convidados do "Mariana Godoy Entrevista" desta sexta-feira (3).
"Com certeza e com sucesso", afirmou Picciani sobre as Olimpíadas do Rio. Questionado sobre quem será o presidente do Brasil nos jogos, Picciani afirmou que o presidente atual é Michel Temer e é ele quem deve estar na cerimônia de abertura. Sobre o encerramento dos jogos, ele afirmou que o prefeito do Rio de Janeiro é quem participa.
"Eu acho muito improvável, muito difícil", afirmou Picciani sobre uma possível volta de Dilma ao Planalto. Questionado como alguém que era governo na época Dilma ser também governo na época de Temer, o ministro explicou: "O impeachment não é uma eleição indireta (…) ele é um procedimento jurídico-político e que deve ser analisado. Foi a análise que eu fiz quando optei por meu voto [Picciani votou contra a abertura do processo]". Picciani disse que ele e outros colegas foram "voto vencido", mas que é necessário respeitar a decisão do partido. "É obrigação nossa, do PMDB, ajudar ele [Michel Temer] nesta tarefa", afirmou.
Sobre a delações de Sérgio Machado, que atingiram Romero Jucá, Renan Calheiros, José Sarney, entre outros, Picciani disse que "sempre que há uma suspeita, ela deve ser investigada a fundo (…) Mas não deve haver pré-julgamento".
Já falando sobre a preocupação dos efeitos do zika vírus nas Olimpíadas, Picciani afirmou que isso "não é um problema exclusivo do Brasil". "Nós temos melhoras significativas nos indicadores, a população, que é fundamental no combate ao mosquito, tem aderido às campanhas", citou o ministro. Sobre as declarações do jogador de basquete Pau Gasol, que não gostaria de vir disputar os jogos no Brasil por causa da doença, o ministro disse que isso "provoca a discussão, mas dá a oportunidade de manifestação favorável. Se eu encontrasse ele, diria para não ter medo". Picciani afirmou que "o Rio de Janeiro e o Brasil devem ter a Olimpíada como uma oportunidade".
O ministro disse que recebeu "um voto de confiança" ao ser chamado por Temer para comandar o Ministério do Esporte, mas que ainda não pensa em se candidatar à prefeitura do Rio de Janeiro. O ministro também confirmou "um grande efetivo das Forças Armadas" durante os eventos dos jogos olímpicos. Picciani minimiza eventuais vaias a Temer: "vaias e aplausos são manifestações democráticas" e que "pode ser que aconteçam ou não".
Sobre a delação de Sérgio Machado, que se aproxima da cúpula de seu partido, Picciani afirmou que as acusações "não atingem apenas o PMDB" e que "na democracia, todos podem e devem ser investigados quando existe a suspeita". Fazendo uma previsão sobre Eduardo Cunha, o ministro disse que "o processo contra Cunha deve chegar ao Plenário e aí o Plenário da Câmara dos Deputados terá a chance de se manifestar". O ministro acredita que o Conselho de Ética dará seguimento à decisão do relator, que pediu a cassação de Cunha.
Sobre a CBF, Picciani disse que sua relação "será igual a todas as confederações. Uma relação positiva, teremos diálogos e devemos fazer com que as normas e leis do país que tratam do esporte sejam cumpridas".
O ministro disse que quer "aumentar o nível de investimento nos esporte de alto rendimento e aumentar os investimentos no programa de esporte como inclusão social, nas comunidades, nas regiões mais distantes do país".
O segundo convidado da noite foi o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes. Ciro já começou o programa com "primeiramente, fora Temer". "O PMDB é um ajuntamento de grupos estaduais que caracterizou-se mais recentemente como uma quadrilha. Tem muita gente boa, gente séria, mas os que tomaram conta do PMDB são uma quadrilha", definiu Ciro. O político não poupou críticas ao atual governo e afirmou que "Temer é testa de ferro de Eduardo Cunha".
Ciro afirmou que a aliança PT-PMDB resultou em "roubalheira". O político disse que foi processado por Eduardo Cunha pois o chamou de "ladrão" e que foi processado por dano moral por Michel Temer: "Façam uma pesquisa da quantidade de medidas provisórias que ele, Temer, entregou para Cunha relatar".
"Eu vou pensar mil vezes antes de ser candidato. Eu já fui candidato duas vezes e as coisas pioraram como tal que para um camarada como eu é praticamente inumana", afirmou Cirou sobre sair candidato à presidência da República. "Começou a cair a máscara do golpe", afirmou o político sobre os projetos do governo interino.
Com relação às decisões polêmicas e aos escândalos envolvendo o governo Temer, Ciro Gomes foi tachativo: "Começou a cair a máscara do golpe". Ciro voltou a afirmar que há uma série de fatores que motivaram o processo de impeachment contra Dilma Rousseff que, apesar de estar fazendo um péssimo governo sob o ponto de vista dele, teria sido vítima de um golpe. 
Ciro elencou uma série de fatores que, sob sua ótica, contribuíram para o afastamento da presidente. Como motivação política, ele citou a paralização da Lava Jato, cujos áudios que circularam nos meios de comunicação nos últimos dias poderiam comprovar. Citou, também, motivos estratégicos, que obedeceriam à hegemonia dos interesses financeiros. E citou, por fim, interesses estrangeiros, que teriam em José Serra "a competência a serviço do mal".
Para Ciro Gomes, Temer descumprirá os "acordos" que teria feito em troca do impeachment, inclusive com o empresariado: "vem aí CPMF, aumento da CIDE, tudo pra passar no nariz do Paulo Skaf". 
O político criticou a política de José Serra, ministro das Relações Exteriores, com parceiros importantes do Brasil, como a Venezuela. Ele garantiu que não apóia o que ocorre no país, mas reforçou que não se pode desprezar os negócios bilionários que temos com esse importante vizinho. 
Sobre a presidente Dilma Rousseff, ele repetiu que ela vinha fazendo um péssimo governo, mas admitiu: "Eu quero que ela volte por uma razão: ela foi eleita pelo povo brasileiro". E completou: "Eu não defendo nada fora da legalidade".
Ciro garantiu que pedirá impeachment de Temer, pelos mesmos motivos do pedido feito contra Dilma, pois ao se referir às pedaladas foi enfático: "O Michel Temer fez todas iguais".
Ao analisar os presidentes que completaram mandatos, Ciro afirmou: "A regra no Brasil é o golpe". 
O político afirmou que não aceitou pensões pelos cargos ocupados e disse: "a única ferramenta que eu tenho é a minha língua".
Ciro citou conquistas importantes do país sob os governos do PT e fez uma constatação: "O governo Dilma foi um desastre também de comunicação".
Em outra crítica ao partido de Dilma Rousseff, Ciro afirmou: "O grande problema do PT é imitar o PSDB". 
Ciro Gomes comentou a reforma da previdência e disse que, em breve, o assunto deverá ser discutido com a sociedade, mas reiteirou que no momento é mentira que ela esteja em déficit. 
Para finalizar, o político afirmou que "hoje o povo é quem manda menos" no Brasil e deixou uma mensagem bastante pessimista à população brasileira: "tem coisa muito ruim pela frente ainda". 

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