sábado, 6 de agosto de 2016

Futricas Cearenses-III

  • tribunadoceara.com.br
  • JORNALISMO CEARENSE
  • Revista Entrevista completa 24 anos de publicação na UFC
  • Em agosto de 1992, era publicada a primeira edição da Revista Entrevista que comemorará os 24 anos com exemplar especial com personagens mulheres
  • Por Jéssica Welma em Entrevista
  • 6 de agosto de 2016 às 6h45

  • Dialogar entre vistas, onde um veja o outro e possa perceber a linguagem que foge às palavras, mas que também perpassa gestos, olhares e respiração: essa é a proposta que a Revista Entrevista sustenta com louvor há 24 anos. E 2016 trouxe surpresas: a proposta de uma revista inteira com personagens femininos, o encontro de gerações e a premiação em um dos principais congressos de jornalismo do país. A aproximação da aposentadoria do professor e mentor da publicação, Ronaldo Salgado, traz incertezas sobre o futuro e expectativas de que o trabalho continue.
  • A revista é produzida pelos estudantes do curso de jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC) e já deu voz a personalidades importantes dos cenários local e nacional: desde políticos e artistas a personagens controversos da história do Estado, como o pistoleiro Idelfonso Maia Cunha, o “Mainha”.
  • O projeto teve início em 1992, em uma turma de cerca de 40 alunos ansiosos para por em prática as teorias do curso de jornalismo. O primeiro lançamento aconteceu em agosto do mesmo ano, com entrevistas, dentre outros, com o então governador Ciro Ferreira Gomes, o cineasta Rosemberg Cariry e o economista Francisco José Lima Matos.
  • A jornalista Carmen Pompeu foi integrante da primeira turma a produzir a revista. “Foi nossa primeira experiência com o jornalismo, com a prática, porque o curso no nosso currículo era muito teórico”, destaca. Carmen se recorda de que os entrevistados iam até o prédio do curso e eram entrevistados em uma “redação-laboratório”. A experiência, pontua, foi fundamental para os rumos da carreira de muitos integrantes da turma que enveredaram pelo jornalismo investigativo como forma de se aprofundarem nos assuntos.
  • A última edição da revista foi lançada em junho deste ano e conta, através da técnica da entrevista, a história de pessoas como a pedagoga e líder comunitária Nereide Alves de Lima, a Nereide do Pirambu, a cantineira Maria Cleide de Oliveira, a Tia Cleide e o animador de quadrilha junina Reginaldo Rogério Alexandre, o Zé Testinha.
  • Ainda que produzida mais de duas décadas depois, a edição foi especial para Carmen Pompeu: ela pôde ver o filho, Lauriberto Pompeu, repetindo seus esforços em aprender a arte a entrevistar.
  • “O mais importante é aprender que qualquer tipo de pessoa, independentemente se tem algo importante ou é uma pessoa do cotidiano comum, tem uma história por trás dela que pode interessar outras pessoas”, afirma Lauriberto.
  • Neste ano, a edição n° 34 da revista ganhou o prêmio de melhor revista-laboratório impressa na Etapa Regional do Expocom 2016. Em setembro, a publicação disputará a etapa nacional. Também em setembro, comemorando oficialmente os 24 anos da publicação, será lançada a edição n° 36 que traz como marco a voz de personagens femininas.
  • “Vai ser uma edição totalmente voltada para protagonizar o papel da mulher na sociedade atual. Isso é uma decisão que considero natural para atender uma demanda coletiva de pessoas que chegaram lá e disseram: ao longo da revista, 166 entrevistas foram publicadas, se pensarmos nessa perspectiva havia uma predominância masculina ao longo da história da revista”, ressalta o mentor da publicação, Ronaldo Salgado.
  • Para ele, é a adaptação às demandas sociais, às mudanças de comportamento, que mantêm a vivacidade da Revista Entrevista e sua renovação ao longo dos anos.
  • “Já entrevistamos homossexuais, negros, líderes comunitários, políticos, artistas, portanto uma plêiade de pessoas que mostra essa observação. Não há um entrave, um obstáculo na escolha dessas pessoas. Muitas vezes são sugeridos nomes que não fazem parte da mídia tradicional”, destaca Salgado.
  • 24 anos depois
  • Desde 1992, já foram 171 entrevistas e 451 alunos participantes. Nesses 24 anos, 10 edições não foram publicadas por problemas como atraso na entrega do material por parte dos alunos, dificuldades de apoio para a impressão, dentre outros. Maior parte não foi publicadas nos anos em que Ronaldo estava ausente, durante seu mestrado. E é justamente a ausência do mestre que tem posto em xeque a continuidade da publicação.
  • Ronaldo Salgado já deu entrada no pedido de aposentadoria junto à Universidade e aguarda aceitação do pedido. Segundo ele, já houve uma conversa preliminar com a coordenação do curso para que a continuidade seja garantida. “Não gosto de trabalhar com a ideia de que há uma indissociabilidade entre o professor que orienta historicamente o projeto da revista e o produto em si. Quero crer que, nesses quase 25 anos, nós criamos uma trajetória que é sedimentada”, pontua o professor.
  • A ideia é que, quando for aprovada a aposentadoria, Ronaldo deixe um arquivo com todo o cronograma e projeto da revista para que o futuro professor da disciplina decida sobre a manutenção da publicação. “É difícil, é complexo, porque essas questões perpassam ideologia, visão de mundo, filosofia de vida, toda uma construção teórica cultural e ideológica que fundamentam os alicerces do projeto editorial”, afirma o professor.

  • Íntegra entrevista com o professor Ronaldo Salgado:
  • Tribuna do Ceará: Com seu pedido de aposentadoria, há um receio sobre a continuidade da Revista Entrevista com outro professor que venha a assumir a disciplina de laboratório em jornalismo. Qual a sua expectativa sobre essa situação?
  • Ronaldo Salgado: Já houve uma conversa preliminar entre mim e a coordenação. O professor Rafael (Rodrigues da Costa, coordenador do curso) colocou a possibilidade de a coisa ter continuidade. Não gosto de trabalhar com a ideia de que há uma indissociabilidade entre o professor que orienta historicamente o projeto da revista e o produto em si. Quero crer que, nesses quase 25 anos, nós criamos uma trajetória que é sedimentada. Sem nenhum sentimento de orgulho da coisa, mas acho que a Revista Entrevista já tem um capítulo, mesmo que pequeno, gravado na história do jornalismo cearense por conta desse período todo. Assumi o compromisso de deixar todo o projeto – em saindo a minha aposentadoria – com a coordenação do curso para que um professor que venha ocupar a vaga do laboratório possa dar conta do projeto. É difícil, é complexo, porque essas questões perpassam ideologia, visão de mundo, filosofia de vida, toda uma construção teórica cultural e ideológica que fundamenta os alicerces do projeto editorial. É um projeto que está trilhando um período que já considero de maturidade, tanto do ponto de vista gráfico como editorial, mais editorial que gráfico, porque o projeto gráfico mudou na edição 19, mas o projeto editorial permanece. Quero crer que haverá condição de alguém assumir a proposta, levando em conta a importância da revista na história do curso de jornalismo da UFC. Há condição de dar continuidade sem nenhum problema.
  • Tribuna: Ao longos desses 24 anos, é possível perceber uma mudança no perfil dos alunos e dos entrevistados? Que mudanças você considera mais substanciais?
  • Salgado: É interessante perceber o processo de escolha, que é absolutamente democrático, não tenho interferência direta na escolha dos nomes que serão entrevistados em cada edição, há uma discussão interna entre alunos e alunas. O que é natural, que ocorre, é uma demanda específica aos interesses, às simpatias de um determinado grupo em relação a essas personagens que são escolhidas. Não gosto de qualificar esse tipo de mudanças que há. Observo que, ao longo da historia da revista, há uma diversidade enorme de personagens na área politica, cultural, econômica, social, histórica, cotidiana, em relação a personagens que têm alguma identificação com o Ceará, com Fortaleza, ou mesmo personagens de envergadura nacional. Tivemos oportunidade de entrevistar artistas de renome nacional, jornalistas de renome nacional. Essa escolha é um processo que tem uma dinâmica, mas não é uma dinâmica de ruptura, é uma dinâmica que se desenvolve naturalmente atendendo a uma expectativa que se cria. Para dar um exemplo: a edição que estamos fazendo agora no (semestre) 2016.1, que será lançada em setembro próximo, é uma edição totalmente preenchida por personagens femininos. Escolheram cinco mulheres para protagonizarem a edição 36 da Revista Entrevista e essa foi uma escolha para a qual, inicialmente, não se tinham os nomes. Vai ser uma edição totalmente voltada para protagonizar o papel da mulher na sociedade atual. Isso é uma decisão que considero natural para atender uma demanda coletiva. Ao longo da revista, 166 entrevistas foram publicadas. Se pensarmos nessa perspectiva, havia uma predominância masculina ao longo da história da revista.
  • Tribuna: O senhor acredita que essa mudanças nas abordagens e olhares da Revista é o que faz com que ela se renove em cada edição após tantos anos?
  • Salgado: Já entrevistamos homossexuais, negros, líderes comunitários, políticos, artistas, portanto uma plêiade de pessoas que mostra essa observação. Não há um entrave, um obstáculo na escolha dessas pessoas. Muitas vezes são sugeridos nomes que não fazem parte da mídia tradicional. Não são pessoas do Olimpo, para usar um conceito de ‘olimpianismo’ do Edgar Morin, aquelas figuras que estão sempre em primeiro plano na mídia. Entrevistamos o Sapateiro Alves, que é uma figura popular de Fortaleza; entrevistamos a tia Cleide, que é uma cantineira; entrevistamos governadores, ex-prefeitos, prefeitos, deputados, cantores, atores, atrizes: isso é uma espécie de colcha de retalhos muito rica do ponto de vista da pluralidade e diversidade de personagens, que é muito importante para o projeto.
  • Tribuna: De que forma o estilo de entrevista humanizada e aprofundada, conforme trabalha a Revista Entrevista, é importante para a formação do jornalista?
  • Salgado: Acho fundamental a entrevista entre as vistas, olho no olho, a relação dialógica, verdadeira, sem intermédio de aparatos tecnológicos, mas o contato humano, o diálogo estabelecido nessa postura do encontro com o outro. A entrevista, principalmente em se tratando das entrevistas em profundidade no jornalismo, que é uma categoria específica do jornalismo de entrevista, deve ser pautada por esse encontro entre entrevistador e entrevistado. Essa é uma questão fundamental porque passa para além de um tecnicismo, passa para uma dinâmica cultural, ideológica, uma troca de ideias. É fundamental perceber essa questão e sinto que os grande veículos de comunicação estão, não de todo abandonando, mas diminuindo drasticamente essas experiências que são importantes nessa constituição de uma cultura do presente, de uma memória do presente. Hoje são cada vez mais raros os espaços na imprensa tradicional de longas entrevistas que permitam esse mergulho na condição humana.
  • Tribuna: Há alguma entrevista ou edição pela qual você tenha um carinho especial?
  • Ronaldo: Não diria carinho, diria (que há) mais uma atitude, por exemplo, de uma trajetória profissional, misturada entre o campo do jornalismo e o campo do ensino do jornalismo, que mexe, porque são entrevistas que ou têm um nível de dificuldade, de feitura ou de logística, ou de aprofundamento acerca desses personagens que chama atenção. Por exemplo, a entrevista que a gente fez com o ‘Mainha’, que é o Ildefonso Maia Cunha, que não gostava de ser tratado como o maior pistoleiro do Nordeste – que foi uma imagem construída pela mídia tradicional – e nós respeitamos isso. A entrevista foi feita dentro de um presídio, lá no IPPOO, Instituto Penal Professor Olavo Oliveira, o antigo. Foi uma entrevista difícil, porque foi dentro de um presídio, tem toda uma carga emocional, psicológica, que é absolutamente pertinente do ponto do fazer jornalístico no cotidiano. Houve entrevista com o (ex) governador Tasso Jereissati, em que ele se alterou na entrevista e a gente terminou mais cedo por (causa de) algumas perguntas que estavam sendo feitas. Houve entrevista com o Frei Beto que ele reputa a essa entrevista a melhor entrevista que fizeram com ele durante toda a vida dele. A entrevista com a doutora Niéde Guidon (arqueóloga) em que a gente se deslocou 1.100 quilômetros de ida e 1.100 quilômetros de volta para entrevistá-la lá no Museu do Homem Americano, em São Raimundo Nonato, interior do Piauí. Foi uma equipe toda deslocada para fazer uma entrevista e que mais tarde veio a ser procurada pela comunidade científica internacional, considerando a entrevista um importante documento histórico sobre ela. Houve a entrevista com a Cacique Pequena, da comunidade Jenipapo-Canindé, a entrevista com (cantor) Ney Mato Grosso, a entrevista com (jornalista) Agostinho Gósson… Se eu for falar, é realmente um elenco de personagens masculinos e femininos que engrandecem o projeto da revista. São revistas cada uma com uma especificidade, em termos de personalidades, conteúdo, alcance de emoção, de troca de uma emoção. Entrevistas que permitem que a gente conheça não só a história de vida daquele personagem, mas o contexto onde ele está inserido.
  • A próxima edição da Revista Entrevista deve ser lançada em setembro.
  • Mais informações:
  • Curso de Jornalismo UFC
  • Coordenador: Rafael Rodrigues da Costa
  • Vice Coordenadora: Naiana Rodrigues da Silva
  • Telefones: (85) 3366-7710 Fax: (85) 3366-7709

Futricas Cearenses-II

Turma de Jornalismo do Centro Universitário Estácio do Ceará 2016,1 que colou grau ontem à noite no Centro de Evento do Ceará. Parabéns a todos. Os que orientei no TCC e os que participei das bancas

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Pauta de domingo-I

Fé, fraternidade, esporte  e consciência ecológica. São essas as inspirações para  a 7ª Pedalada com Jesus, passeio ciclístico realizado pela Paróquia Mãe Santíssima, do Parque Dois Irmãos. A atividade acontecerá neste domingo, dia 7, com saída da Matriz, às oito da manhã. Os participantes farão um trajeto de 10 quilômetros terminando o percurso na Praça do Sumaré com grande almoço de confraternização.

“A cada ano nossa juventude e as famílias de maneira geral aderem a esse evento que une Fé e esporte e se apresenta como uma maneira nova de evangelizar e falar de Deus de uma forma irreverente e inovadora”, descreve o pároco, padre Reginaldo Guimarães. Ano passado o passeio reuniu mil participantes, a expectativa é que nesta edição mais pessoas compareçam ao evento.
Para o  início do passeio está marcada uma bênção do Santíssimo Sacramento. Haverá alongamento antes da largada e dois trios elétricos farão a animação dos participantes. ” Queremos lembrar que somos Igreja não só quando estamos rezando na Igreja, mas quando levamos a alegria às ruas, ao povo que tanto sofre pelas mazelas de uma sociedade desigual”, diz o pároco.
A ideia é “deixar para o povo a mensagem de que nosso Deus é jovem e nossa Igreja é feliz, missionária e sai às ruas como pediu o Papa Francisco na Jornada mundial da Juventude”. Outro objetivo é, “incentivar nos participantes a ideia de usar mais bicicletas, criando uma maior consciência ecológica e ambiental”, arremata o padre ciclista.
Mais informações: Felipe Cordeiro 9.8886.9021

Futricas Cearenses-I

  • Paulo César Norões estreia coluna de política no Diário do Nordeste. Ele substitui o pai, Edilmar Norões, que faleceu em outubro de 2015. Paulo César também é diretor institucional do Sistema Verdes Mares.
  • A FM Fortaleza, a rádio da Câmara Municipal de Fortaleza, estreia boletins políticos com Lauriberto Braga.
  • Depois das férias, Neila Fontenele voltou a escrever sua coluna de Economia em O Povo.
  • O Espaço O Povo de Cultura e Arte recebe em 10/8 (quarta-feira) o encontro Business Transformation e a construção das organiza- ções do Século XXI.
  • Morreu em Fortaleza, em 1º/8, vítima e câncer, Tarcísio Leitão, ex-mediador dos Debates do Povo, da Rádio O Povo-CBN AM. Ele foi vereador, advogado e militante do PCB.
  • O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa anunciou o Grupo CDI como sua nova agência de comunicação corporativa. Com sede em São Paulo, o instituto atua regionalmente por meio de sete Capítulos, localizados em Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A equipe responsável pelo relacionamento com a imprensa tem direção de Everton Vasconcelos (11-3817- 7912), coordenação de Rosângela Manchon (7968) e atendimento de Vanessa Corrêa (7912). E-mails formados por nome.sobrenome@ cdicom.com.br. 

No Pão de Açúcar



PÃO DE AÇÚCAR TRAZ AULAS DE CULINÁRIA PARA AS LOJAS
Fortaleza, agosto de 2016 – Nos dias 05 e 06 de agosto, 16 lojas do Pão de Açúcar em oito Estados receberão o projeto “Pitadas ao Vivo”, que leva às lojas da rede o conteúdo da revista semanal do Pão de Açúcar (a “Pitadas”), apresentando algumas das delícias que a publicação ensina a fazer quinzenalmente. O evento tem o objetivo de aproximar ainda mais a rede dos seus clientes, por meio do prazer de comer e beber que já é DNA da bandeira. Cada loja contará com a presença de um Chef renomado que ensinará a receita Petisco de Camarão com Queijo de Coalho ao Molho.
Em Fortaleza, o Pitadas ao Vivo será realizado na loja Cocó e contará com participação da renomada chef Dida Carneiro. Em cada dia serão cinco sessões de aulas abertas ao público e acontecerão a cada duas horas (11h30; 13h30; 15h30; 17h30 e 19h30). Cada aula dura, em média, 30 minutos.
Em um carrinho desenvolvido para a ação, equipado com cooktop, frigobar e espaço para a exposição dos itens utilizados, a chef ensinará a receita, que pronta poderá ser degustada pelos clientes, acompanhado por um vinho que harmonizará com o prato.  Os principais itens utilizados estarão com descontos em cada loja que acontecerá o “Pitadas Ao Vivo”.  Assim como já ocorre com as demais ofertas da rede de supermercados, os descontos são exclusivos para clientes participantes do programa de relacionamento Pão de Açúcar Mais. Aqueles que ainda não forem, podem se cadastrar previamente ou na hora pelo aplicativo do programa disponível nas lojas de aplicativos dos smartphones (IOS ou Android) ou pelo site www.paodeacucarmais.com.br e com a consultora de cliente da loja. O cadastro é gratuito. Mais informações sobre o evento no Facebook da rede.
Serviço Pitadas Ao Vivo:
Data: Sexta e Sábado - 05 e 06 de agosto
Horários: 11h30; 13h30; 15h30; 17h30 e 19h30
Local: Loja Pão de Açúcar Cocó - Av Eng. Santana Junior, 2277 – Cocó

Relacionamento com a Imprensa: Ivna Girão e Ana Peyroton
Fone: (85) 3458.1235 | E-mail: imprensa@divulgaacao.com – www.divulgaacao.com

 

Dia dos Pais 2016


Quatro em cada dez consumidores não pretendem comprar presente de Dia dos Pais, mostra sondagem do SPC Brasil e CNDL


69% consideram que os preços estão mais altos do que no ano passado. Entre os que pretendem comprar, valor gasto com cada presente será de R$ 115. 24% admitem gastar mais do que podem com o presente


Com a economia ainda em recessão, desemprego em alta e a inflação elevada, o consumidor brasileiro começou o segundo semestre reticente na hora de gastar com datas comemorativas. Uma sondagem feita para o Dia dos Pais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todas as capitais, mostra que aproximadamente quatro em cada dez (38,1%) consumidores não pretendem comprar presentes neste ano. Entre os principais motivos financeiros para não presentear estão a falta de dinheiro devido ao orçamento apertado (6,2%, aumentando para 14,4% entre os jovens de 18 a 34 anos) e o fato de estar desempregado (5,0%, 11,2% entre os jovens).

Em relação ao ano passado, 35,4% pretendem gastar o mesmo valor com os presentes. Já 29,1% afirmam que pretendem gastar menos este ano – percentual que reduziu quando comparado à pesquisa de intenção de compras de 2015 (43,8%). De acordo com o levantamento, apenas 19,7% dos entrevistados planejam gastar mais com os presentes em 2016 do que no último ano.

Entre as pessoas que pretendem presentear (48,9%), o valor desembolsado com cada presente será, em média, de R$ 115,37, quantia inferior à apurada para o mesmo período de 2015, de R$ 119,83. Entre os consumidores da classe C, o valor médio total gasto com os presentes será ainda menor: R$ 107,95 contra R$ 150,54 das pessoas que pertencem às classes A e B. A pesquisa mostra que sete em cada dez pessoas (69,1%) têm a percepção de que os presentes estão mais caros do que em 2015, percentual que aumenta entre as mulheres (72,8%) e pertencentes às classes A e B (78,1%). A maioria dos consumidores que pretendem presentear deve comprar apenas um presente (60,7%) para a comemoração.


Economizar é o principal motivo para diminuição de gastos

Entre os motivos para quem pretende gastar menos com o presente do Dia dos Pais, o principal é o desejo de economizar (23,6%, contra 18,4% em 2015). Em segundo lugar aparece uma situação financeira ruim (20,8%, contra 5,9% em 2015), o aumento da inflação e economia estar instável (14,8% ante 12,8%) e estar desempregado (11,5% ante 16,6%). Com a perspectiva de economizar na hora da compra, 68,1% dos entrevistados afirmam que realizarão pesquisas de preço antes de comprar o presente e 17,4% vão dividir as compras com outra pessoa, geralmente um irmão, a mãe ou familiar próximo.

“Considerando o fraco desempenho das outras datas comemorativas de 2016 até o momento, a expectativa dos lojistas com o Dia dos Pais tende a ser baixa”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A piora da economia, como o aumento do desemprego e a inflação ainda elevada, além do crédito mais restrito, exercem forte impacto sobre o consumidor, que acaba sendo obrigado a limitar seus gastos para organizar as finanças. Para pagar contas atrasadas e honrar os compromissos financeiros, uma importante medida é evitar novos gastos e, nesses casos, presentear outras pessoas muitas vezes deixa de ser prioridade”, avalia.


24% admitem gastar mais do que podem para presentear o pai

Ainda que evitar comprar presentes em datas comemorativas possa ser uma boa saída para economizar e colocar o orçamento em ordem, para parte dos entrevistados, essa não é escolha: 23,9% admitem que costumam gastar mais do que suas finanças permitem presentearem no Dia dos Pais, principalmente entre os mais jovens, quando o percentual aumenta para 29,9%.

“Em um momento em que as pessoas muitas vezes estão inseguras em seus empregos, comprar o presente à vista pode ser uma boa alternativa para fugir do endividamento. Entretanto, chama a atenção o crescimento na quantidade de quem vai parcelar. O ideal é evitar o abuso de parcelamentos para evitar o comprometimento da renda com prestações”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. A pesquisa revela que, mesmo em um momento de grandes incertezas e pouco propício ao endividamento, 20,7% dos entrevistados irão parcelar suas compras no cartão de crédito. A principal forma de pagamento, porém, será o pagamento à vista (59,3%), seja no dinheiro ou no cartão de débito.

Do total de pessoas que vão presentear no Dia dos Pais neste ano, 8,9% reconhecem que deixarão de pagar alguma conta para comprar presentes e 31,0% reconhecem que têm alguma conta em atraso atualmente. Entre estes, 62,9% afirmam estar com o nome sujo – e mesmo assim irão presentear.


Roupas e shopping lideram preferência 

As roupas serão o principal item escolhido para presentear no Dia dos Pais deste ano, com 46,6% de preferência dos entrevistados. Apesar da liderança, houve queda no percentual: ano passado as roupas tinham a preferência de 53,8% dos consumidores ouvidos. Em segundo lugar aparecem os perfumes e cosméticos (27,1%), seguidos pelos calçados (18,5%) e acessórios (14,6%).

O shopping center se destaca como o principal local de compra, para 47,4% dos entrevistados. Logo em seguida estão as lojas virtuais (35,3%), lojas de departamento (33,8%), shoppings populares (26,4%) e lojas de rua (25,0%). “A preferência pelos shoppings deve-se ao fato que estes estabelecimentos concentram uma grande variedade de lojas em um único lugar. Já a significativa presença das vendas online deve-se muito à praticidade da rede, que acaba atraindo o interesse das pessoas, além de favorecer a pesquisa de preços em diversas lojas”, explica a economista.

A comemoração da data será feita principalmente em casa (38,8%) e na casa do pai (27,5%), mas 13,7% pretendem sair para restaurantes. Quanto à data para realizar as compras, a maioria (53,6%) disse que iria realizá-las nesta primeira semana de agosto, enquanto 19,9% afirmam já terem comprado em julho. “A corrida às lojas de última hora é um hábito do brasileiro que pode acabar prejudicando as finanças pessoais. Comprar os presentes em cima da hora limita as opções e pode fazer com que o consumidor gaste mais do que deveria”, alerta Kawauti.


Metodologia 

A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL serve de termômetro para o mercado varejista e revela como o consumidor brasileiro deve se comportar na semana que antecede o Dia dos Pais. Para isso, foram ouvidos 600 consumidores de todas as capitais com idade igual ou maior a 18 anos, gerando um erro máximo de 4,0 pontos percentuais e confiança de 95%.

Clique em “baixar arquivos” no link a seguir para acessar a íntegra da pesquisahttps://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas


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CNI


04/08/2016 – INFRAESTRUTURA 
Se você não está conseguindo visualizar corretamente este e-mail, acesse aqui.
Wagner Cardoso, foto acesse aqui
 
 
Brasil precisa investir R$ 300 bilhões por ano em infraestrutura, diz gerente da CNI
 
 
 
Wagner Cardoso aponta como prioridade concessões de rodovias e privatização de portos. Ele afirma ainda que empresários e sociedade perdem com acordo que limita transporte marítimo de carga entre Brasil e Chile
 
 
O aumento da participação privada nos investimentos e na gestão de empreendimentos está entre as prioridades da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para reverter o atraso na área de infraestrutura e retomar o crescimento da economia brasileira. Na avaliação do gerente-executivo de Infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso, a ampliação dos recursos empregados na área é um fator determinante para a redução dos efeitos da crise econômica que o país enfrenta. Segundo ele, o setor produtivo aguarda com ansiedade os desdobramentos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), lançado pelo governo Michel Temer, para destravar as concessões em setores como o de transporte e de saneamento.
Em entrevista à Agência CNI de Notícias, Wagner Cardoso fez um balanço sobre a nova Lei dos Portos (Lei 12.815/2013), classificando a norma como positiva para o setor portuário. Ele observa que, em três anos, houve avanços significativos em relação aos Terminais de Uso Privado (TUPs), mas pondera que o governo deve priorizar a privatização de administrações portuárias. O gerente também defende a revogação do acordo marítimo de reserva de carga entre Brasil e Chile, que, há 41 anos, impõe um monopólio ao frete entre os dois países sul-americanos. Confira a entrevista:AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - O Brasil investe pouco em infraestrutura, apenas 2% do PIB. Quanto o país deveria investir?
WAGNER CARDOSO - O Brasil está investindo hoje cerca de R$ 120 bilhões por ano em infraestrutura, mas tem que pular para cerca de R$ 300 bilhões para chegar a 5% do PIB. O único caminho para conseguir isso é aumentando a participação do setor privado nos investimentos, na gestão e no financiamento da infraestrutura. A ampliação do investimento em infraestrutura é um dos caminhos para atenuar a crise que o país enfrenta atualmente.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Quais medidas o senhor sugere para destravar a infraestrutura do Brasil?
WAGNER CARDOSO - De forma geral, não precisamos de mais leis. As leis são boas, os marcos regulatórios são bons. O que é preciso é que o Poder Executivo melhore a sua gestão e avance com editais de privatização de melhor qualidade. É preciso também reestruturar o Ministério dos Transportes, para que faça realmente um planejamento de longo prazo para o setor, e investir em concessões de rodovias e aeroportos, e na privatização de administrações portuárias.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Qual a expectativa da CNI em relação ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal?
WAGNER CARDOSO - Há uma boa expectativa em relação ao PPI. Trata-se de uma concepção moderna, mas que ainda está sendo estruturada. Estamos ansiosos para ver o que vão lançar no mercado e, ao mesmo tempo, otimistas pelos contatos que fizemos até agora.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS – Em relação ao setor portuário, o que avançou desde a edição da nova Lei de Portos (Lei 12.815/2013)?
WAGNER CARDOSO - O balanço é bastante positivo. Foram autorizados 40 novos terminais privados. Para se ter ideia, antes da lei, era autorizado em média um terminal a cada três anos. Em relação aos terminais arrendados, houve também avanço significativo, porque a nova lei permite a antecipação da prorrogação do contrato do terminal, possibilidade que não existia antes. Desde a aprovação da lei, nove terminais foram prorrogados. Isso é interessante para que o empresariado portuário faça investimentos. Portanto, tivemos avanços nos TUPs (Terminais de Uso Privado) e nas áreas dos portos. Isso, não tenho dúvida, vai aumentar a competição no sistema portuário.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - O que falta ser feito no setor portuário?
WAGNER CARDOSO - A principal reivindicação da CNI é a privatização das administrações portuárias. É preciso também melhorar as condições de acesso marítimo aos portos. Outra questão importante é definir logo o decreto das poligonais – atualmente, o único porto grande que tem sua poligonal definida é o de Paranaguá. A lei de 2013 deu um ano para que o governo definisse todas as poligonais. Só vão existir mais terminais privados se o governo definir com clareza essa questão, essencial para a construção desses empreendimentos e primordial para dar maior segurança jurídica ao investidor privado. Basta publicar um decreto, pois a lei já está bem clara quanto a isso.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Os portos não têm funcionado bem sob a gestão do setor público?
WAGNER CARDOSO - Costumo comparar a administração portuária com um shopping. O síndico do shopping é a administração portuária, enquanto as lojas são os terminais portuários. Esses últimos estão com a produtividade alta, são todos privados. Falta privatizar a administração do shopping, que hoje é ineficiente e não está preparada para dar o salto de qualidade que os portos brasileiros precisam.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Há 41 anos um acordo marítimo de reserva de carga entre Brasil-Chile está em vigor. Qual a sua avaliação?
WAGNER CARDOSO - A ideia, na década de 1970, quando foi concebida, não era ruim. No entanto, era para o acordo durar três ou quatro anos, mas já está aí há 41 anos. O principal problema dessa reserva é o forte poder que coloca nas mãos dos armadores para a negociação de frete. Pelo acordo de reserva de carga, somente armadores brasileiros e chilenos podem transportar cargas marítimas no tráfego Brasil-Chile. A prática tem demonstrado que o que faz reduzir os preços do frete e aumentar o nível de eficiência do serviço é a competição. Essa reserva está prejudicando o comércio bilateral entre Brasil e Chile. O acordo está prestando um desserviço à sociedade brasileira. Perdem os exportadores e os importadores, e a sociedade em geral, que perde emprego, renda e atividade econômica.AGÊNCIA CNI DE NOTÍCIAS - Como funciona essa reserva? Um navio que sai de outro país e passa pelo Brasil antes de chegar ao Chile não pode levar mercadorias brasileiras para terras chilenas?
WAGNER CARDOSO - Não pode, só se for de bandeira brasileira ou chilena. O monopólio torna o transporte mais caro. Na prática, um navio da China com destino ao porto de Valparaiso (Chile) não pode levar mercadorias brasileiras para o porto chileno mesmo que passe antes pelo Porto de Santos.REPRODUÇÃO DA ENTREVISTA - As entrevistas publicadas pela Agência CNI de Notícias podem ser reproduzidas na íntegra ou parcialmente, desde que a fonte seja citada. As opiniões aqui veiculadas são de responsabilidade do autor. Em caso de dúvidas para edição, entre em contato pelo e-mail imprensa@cni.org.br.
Crédito da foto: Miguel Ângelo/CNI

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Estadão

'Dezenas de Lava Jato'

Agência Fortaleza de Notícias: 'Dezenas de Lava Jato': O secretário federal de Controle Interno adjunto da Controladoria Geral da União (CGU), Sérgio Seabra, disse que estão sendo desenvolv...

No domingo

  • A Casa da Caridade convida você a participar conosco de um momento maravilhoso de conversa sobre o livro Cirurgias Espirituais por um médium do Dr. Fritz, que trata da história do de Fritz na espiritualidade, as suas dificuldades e as principais características das ditas "cirurgias espirituais", muitas delas certamente desconhecida do grande público. O livro também relata o envolvimento de Fritz com umas instituições de cura no Brasil, no caso específico, a Casa da Caridade em Fortaleza, que hoje leva o seu nome. Na ocasião, também terá o lançamento do livro Mensagens de Luz do Plano Espiritual, uma edição que foi escrita pelo médium de psicografia Ricardo Figueiredo e foi doado para a casa da caridade.
  • Além disso, teremos uma mesa redonda com Roberto Barbosa, escritor do livro Cirurgias Espirituais, Ricardo Figueiredo e Priscila Austin da editora llumini. O evento será realizado no domingo, sete de agosto, às 17 horas, na Casa da Caridade - Dr. Adolph Fritz.
  • Serviço 
  • Relançamento do livro: Cirurgias Espirituais por um médium do Dr.Frtiz e lançamento do livro Mensagens de Luz do Plano Espiritual.
  • Local: Casa da Caridade Dr Adolph Fritz (Rua Irmãos Olímpio, 60 – Jangurussu).
  • Dia: 7/8/2016
  • Horário: 17 horas
  • Atenciosamente,
    Valesca Alves
    Jornalista/Assessora de Imprensa
    (85) 9 8861.3988/ 9 9991.9773

Agenda de Camilo

Agenda do governador Camilo Santana para esta sexta-feira, 5 de agosto de 2016:

9h:
 Visita às obras do IJF2

10h: Reunião de monitoramento do programa Em Defesa da Vida e anúncio dos índices de CVLI do mês de julho
Local: Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS)

14h: Reuniões internas no Palácio da Abolição.

Fala Temer

    1. Em artigo, ressalta importância da Olimpíada para o Brasil. Leia:
    2. Para o presidente em exercício, evento será oportunidade de demonstrar potencial esportivo e econômico do País.
    3. . também destacou que, o diálogo, um dos valores do esporte, é uma forma de superar a crise econômica que o País atravessa.

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