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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Fala André Figueiredo

  1. O magistrado afirma que a tentativa de reconduzir Maia ao posto demonstraria "tratamento privilegiado ao candidato que postula a recondução"
  2. O juiz determina que Maia se abstenha de se candidatar, sob pena de R$ 200 mil em caso de descumprimento.
  3. A candidatura à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi cassada hoje pelo juiz Eduardo Ribeiro de Oliveira, da 15ª Vara Federal, de Brasília.

Rolls-Royce

A Petrobras vai receber cerca de R$ 81 milhões da empresa britânica Rolls-Royce, que firmou acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Lava Jato. O MPF reconhece a Petrobras como vítima e, por isso, o acordo prevê a devolução integral do lucro líquido obtido pela empresa do Reino Unido em seis contratos de fornecimento de bens e serviços para a Petrobras, contempla o valor integral pago a título de comissão a intermediários contratados para atuar perante a companhia e o pagamento de multa, prevista na Lei de Improbidade, equivalente a uma vez o valor das comissões dos intermediários.
“Estamos colaborando continuamente com todas as investigações e temos conseguido resultados expressivos”, conta a gerente executiva do Jurídico, Taísa Maciel.
A devolução dos valores a serem pagos pela Rolls-Royce será realizada no prazo de 90 dias a partir da homologação do acordo pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal.
Antes dos recursos referente à Rolls-Royce, os acordos de colaboração premiada e de leniência firmados pelo MPF já possibilitaram a recuperação de R$ 661 milhões para a companhia. A Petrobras procura receber um valor potencial de R$ 5,5 bilhões na Justiça referentes à Operação "Lava Jato", em oito ações de improbidade administrativa, além de outras medidas jurídicas contra empresas e pessoas, inclusive ex-funcionários e políticos, que causaram danos financeiros e à imagem da companhia. 

Gerência de Comunicação Interna e Imprensa / Comunicação e Marcas
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Emprego 2016

O ano de 2016 encerrou com queda no ritmo da perda de empregos formais no país. Nos últimos 12 meses, foram fechadas 1.321.994 vagas, 14% a menos do que no mesmo período de 2015, quando o mercado perdeu 1.534.989 postos de trabalho. Apesar dos números ainda serem negativos, a comparação já mostra uma diminuição significativa no fechamento de vagas.
A crise começou a perder fôlego em abril de 2016, quando o país registrava o pico de 1.825.609 vagas fechadas em um período de 12 meses. Mas esse número começou a cair mês a mês. No final do ano, a perda em 12 meses já estava menor em 503.615 postos. Em dezembro, mês que historicamente apresenta forte aumento no número de demissões, a perda foi de 462.366 vagas, 22,4% menor do que no mesmo período de 2015, outro dado que mostra o arrefecimento na crise do emprego.
Desempenho setorial
O ano de 2016 ainda apresentou resultados negativos em todos os setores, embora já com um ritmo menor do que em 2015. Em números relativos, o setor que menos sofreu nos últimos 12 meses foi o da Agricultura, com um fechamento de apenas 0,84% das vagas, seguido pela Administração Pública, que teve percentual negativo de 0,97%. O Comércio e os Serviços tiveram perdas de 2,22% e 2,28% respectivamente. O setor que mais sofreu foi o da Construção Civil, que fechou 13,48% dos postos formais, seguido pelo Extrativo Mineral (-5,67%) e a Indústria da Transformação (-4,23%).
Dados regionais
Entre as 27 unidades da federação, Roraima se destacou com resultado positivo na criação de empregos formais no ano passado. O estoque de vagas passou de 51.662 em dezembro de 2015 para 51.746 em dezembro de 2016 – uma alta de 0,16%. Além de Roraima, os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram os que menos sofreram com a crise em 2016. Na comparação dos estoques de emprego em dezembro de 2015 e 2016, Mato Grosso do Sul teve perda dos postos de trabalho de 0,22%. Goiás registrou queda de 1,6%, enquanto Santa Catarina teve redução de 1,63% do estoque de vagas na mesma comparação. O estado do Rio Grande do Sul aparece na quinta posição com redução do 2,09% do estoque de postos de trabalho em 2016, em relação ao ano anterior.
Ministério do Trabalho
Assessoria de Imprensa
(61) 2021-5449 / 5873

Fala Camilo

Na próxima segunda-feira (23), o governador do Ceará, Camilo Santana (PT) realiza, com a presença de todo o secretariado, a Reunião de Monitoramento de Ações e Projetos Prioritários (Mapp). A reunião será às 9 horas no pavilhão da Residência Oficial.
* O governador concederá entrevista antes da reunião.
Serviço
Reunião do Mapp
Local: Pavilhão da Residência Oficial
Hora: 9 horas
23.01.2017

Fala Temer

Confirmado o saque integral do para todos os trabalhadores com contas inativas. Calendário sai em fevereiro:

Teori

A morte do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, causou consternação aos deputados da Assembleia Legislativa. O ministro foi vítima de acidente aéreo, na tarde de ontem, no litoral sul do Rio de Janeiro. A aeronave caiu próximo à cidade de Paraty. 
O presidente da AL, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), declarou que o Brasil inteiro lamenta a morte do ministro Teori Zavascki por tudo que ele representou para o Direito brasileiro. “De conduta irretocável, ele conduziu com seriedade e competência a relatoria da operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal em um momento crítico da história do País. Espero que as próximas gerações assimilem o legado deixado pelo ministro e que seu trabalho tenha continuidade”, afirmou.
O deputado Heitor Férrer (PSB) assinalou que o ministro Teori terá um lugar especial na história do judiciário e na história do País. “No Judiciário, por encarnar a reserva, a discrição, a prudência e a firmeza do julgador. No País, por ser relator de uma ação, tendo, como réus, pessoas da mais alta posição na república”, pontuou. Para Heitor, o ministro era um homem que sempre manifestava seus votos de forma extremamente serena, sempre muito bem fundamentados.
Outros parlamentares, além de lamentar o fato, externaram estranheza pela forma como aconteceu o acidente.
Ely Aguiar (PSDC) além de lamentar o fato externou estranheza pela forma como aconteceu o acidente. “Está tudo muito tenebroso, tanto é que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal já designaram uma equipe para fazer uma investigação minuciosa”. O deputado disse esperar transparência na investigação desse acidente. “A nossa pergunta é: será que não houve sabotagem”?, questionou.
Ele salientou ainda que o ministro era diferente dos outros. “Uma pessoa reservada, de difícil acesso, pois não queria se envolver para não atender nenhum tipo de pedido. E pegou um dos maiores processos da história do STF, que envolvia forças poderosas”, pontuou.
O deputado Moisés Braz (PT) reconheceu que "o Brasil perdeu um magistrado de reconhecida capacidade técnica, com larga experiência também na área acadêmica”. O parlamentar lembrou que ele foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para o STF de forma democrática e republicana, “Teori deu exemplo de comportamento isento tanto em suas decisões como pela forma discreta condizente com a função exercida”, frisou.
“Fico triste porque é uma pessoa que demonstrava seriedade e serenidade para conduzir os processos dentro dos princípios da legalidade”, disse o deputado Walter Cavalcante (PP). Na avaliação do parlamentar, o ministro nunca se utilizou do cargo para se projetar. “Para o Brasil, é lamentável a morte, pois ele gerou expectativa grande para o povo brasileiro, como relator de um processo que envolve gente importante”, avaliou.
Na opinião do líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Evandro Leitão (PDT), oBrasil perde um magistrado cuja postura tem muito a ensinar. “O ministro Teori Zavascki era corajoso, discreto, ponderado e justo. Espero que o bom trabalho desempenhado por ele até então seja honrado”, assinalou.
O deputado Odilon Aguiar (PMN) também lamentou a morte do ministro. “Teori estava em uma posição chave na investigação da Lava Jato e os brasileiros depositaram nele a esperança de um processo sério e imparcial. Neste momento de perplexidade, o mais importante é manifestarmos nossa solidariedade aos familiares e amigos das vítimas do desastre de Paraty”, afirmou.

O Povo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Futricas Cearenses


QUATRO ANOS CONSECUTIVOS

Ceará lidera em casos de violência contra jornalistas no Nordeste

Pelo quarto ano consecutivo, o Ceará é o estado da Região Nordeste com maior número de casos de violência contra jornalistas. No ano passado, foram sete ocorrências, conforme o Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa 2016, lançado na semana passada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). De acordo com a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce), Samira de Castro, o número de casos (7) foi igual ao de 2015.  Em 2014, o estado chegou a registrar nove ocorrências.
Foram registrados no Ceará, ao longo do ano passado, três casos de agressão física, um de ameaça/ intimidação, um de cerceamento à liberdade de imprensa por ação judicial, um impedimento ao exercício profissional e uma prisão/detenção. “Sabemos que esse número é subestimado, uma vez que as empresas de comunicação não orientam os profissionais vítimas de violência a registrarem as ocorrências”, avalia a presidente do Sindjorce.
A representação sindical da categoria enviou ofício a todas as empresas jornalísticas do Estado para que relatassem os casos de violência sofridos por suas equipes de profissionais. No entanto, nenhum empregador respondeu ao Sindjorce, o que mostra a necessidade de melhor levantamento dessas estatísticas e compreensão, por parte do patronato, de que a segurança dos jornalistas é de responsabilidade das empresas.
“O Sindicato dos Jornalistas também oficiou os casos de agressão à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, que enviou as notificações para a Controladoria Geral dos Órgãos de Segurança para apurar se houve abuso das autoridades policiais. Pelo menos três jornalistas foram ouvidos pela CGD”, comenta Samira de Castro. Para ela, é importante que as situações sejam apuradas e os responsáveis pelas agressões, punidos.
“Queremos, desde 2013, ir além do levantamento de casos. Necessitamos estabelecer um protocolo de segurança  com o Estado e suas polícias, o Sindjorce e as empresas de comunicação, a fim de pactuar condutas que possam ser capazes de impedir ou mitigar os riscos de violência contra os jornalistas e demais profissionais da comunicação”, acrescenta a presidente do Sindjorce. Neste sentido, o Sindjorce iniciou o diálogo com a Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) para incluir os jornalistas no Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos.
Saiba Mais:

RELATÓRIO ANUAL

Agressões contra a categoria crescem 17,52%

O Brasil continua a ser um país violento para o exercício do Jornalismo, ainda que a profissão de jornalista não seja intrinsecamente uma profissão de risco. O número de agressões contra jornalistas voltou a crescer em 2016, em comparação com o ano de 2015, que já havia registrado crescimento em relação ao ano anterior. Foram 161 casos de violência contra a categoria, 24 a mais do que os 137 casos registrados em 2015. O total de vítimas foi de 222 jornalistas, visto que em várias ocorrências, mais de um profissional foi agredido.
Os dados constam no Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa 2016, lançado pela presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Maria José Braga, no dia 12 de janeiro, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro. A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) e 2ª tesoureira da FENAJ, Samira de Castro, participou do lançamento.
Queda nos assassinatos de comunicadores
O número de casos de violência extrema manteve-se o mesmo: dois jornalistas foram assassinados em decorrência do exercício da profissão. Minas Gerais, estado em que ocorreram assassinatos em 2015 e 2013, voltou a registrar uma morte. O jornalista Maurício Campos, dono do jornal O Grito, foi vítima de um desconhecido.
O outro assassinato ocorreu em Santo Antônio do Descoberto, município goiano localizado no entorno de Brasília. João Miranda do Carmo, responsável pelo site SAD Sem Censura, foi assassinado pelo ex-chefe da Segurança da Administração Municipal, Douglas Ferreira de Morais, e o filho dele, Rooney da Silva Morais.
Mas em 2016 houve uma queda expressiva no número de assassinatos de outros profissionais da comunicação, em comparação com o ano anterior. Foram assassinados dois radialistas, um blogueiro e um comunicador populares, totalizando quatro mortes, enquanto em 2015 houve nove assassinatos.
Esses casos estão citados neste Relatório para efeito de registro, mas não são somados aos números totais de ocorrências de violência contra jornalistas, visto que essas vítimas ou pertencem a outra categoria profissional (a de radialistas) ou são comunicadores populares.
Também constam dos relatos, com finalidade de registro, mas sem serem computados, os assassinatos de dois jornalistas sem relação com o exercício profissional do Jornalismo. Consta, ainda, o caso do acidente com o avião da Lamia que transportava o time da Chapecoense, ocorrido na Colômbia, do qual 21 jornalistas foram vítimas fatais. Foi o acidente com o maior número de jornalistas mortos da história.
Acesse o relatório da FENAJ

NAS MANIFESTAÇÕES

Agressão física predomina

As agressões físicas foram a violência mais comum também em 2016, repetindo a tendência dos anos anteriores.  Houve 58 casos, nove a mais que no ano anterior. Mais uma vez grande parte das agressões físicas foi registrada em manifestações de rua, em número superior ao resgistrado em 2015, mas inferior às ocorridas nos anos de 2013 e 2014.
Em 2016, ocorreram também 26 casos de agressões verbais, 24 casos de ameaças e/ou intimidações, cinco atentados, 18 casos de cerceamento à liberdade de imprensa por meio de ações judiciais, 13 ocorrências de impedimento do exercício profissional,  dez prisões, três casos de censura e ainda dois casos de violência contra a organização sindical dos jornalistas.
Também é preciso registrar que em 2016, por ser ano eleitoral, partidos e candidatos recorreram à Justiça para impedir a circulação de informações, principalmente nas redes sociais. A maior parte das ações judiciais referiam-se à legislação eleitoral. Aquelas que notadamente tinham como objetivo impedir a divulgação de informações jornalísticas estão descritas neste Relatório.
A violência contra jornalistas
Assassinatos –  2 jornalistas –  1,24%
Agressões físicas –  58 casos  – 36,03%
Agressões verbais – 26 casos –  16,15%
Ameaças/intimidações –  24 casos – 14,91%
Atentados –  5 casos –  3,11%
Censura –  3 casos – 1,86%
Cerceamentos à liberdade de expressão por meio de ações judiciais – 18 casos – 11,18%
Impedimentos ao exercício profissional – 13 casos – 8,07%
Prisões/Detenções/Cárcere privado – 10 casos – 6,21%
Violência contra a organização sindical – 2 casos  – 1,24%

MANIFESTANTES TAMBÉM

PMs e guardas municipais continuam sendo os principais agressores 

Mantendo a tendência verificada nos últimos três anos, as agressões contra jornalistas tiveram como principais autores os policiais militares e/ou guardas municipais/metropolitanos. Eles foram responsáveis por 41 (25,47%), dos 161 casos de violência registrados em 2016.

A maior parte das agressões dos policiais se deram em manifestações de rua. Em decorrência dessas manifestações, os próprios manifestantes aparecem em segundo lugar entre os agressores, com 30 ocorrências (18,63%).

Em terceiro lugar estão os políticos (e seus parentes e assessores), com o registro de 25 casos (15,53%). Até 2012, os políticos eram os que mais agrediam jornalistas em razão do exercício profissional. A partir de 2013, com o crescimento do fenômeno das manifestações de rua, policiais tornaram-se os principais agressores, deixando os políticos  na segunda posição.

Juízes/procuradores foram responsáveis por 17 casos (10,56%) de cerceamento à liberdade de imprensa por meio de ações judiciais. Já os empresários da comunicação (por seus prepostos) foram os responsáveis pelos três casos de censura e dois casos de violência contra a organização sindical dos jornalistas. Um empresário manteve uma equipe em cárcere privado.

Em dez ocorrências (6,21%), foram populares que agrediram jornalistas. Outros autores de agressões foram trabalhadores/sindicalistas (6 casos), dirigentes/torcedores esportivos (4 casos) e delegados, detentos, seguranças privados e profissionais liberais com 2 casos cada.

Em 14 casos (8,70%) de violência contra jornalistas, os agressores não foram identificados.
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GGJ

Fortaleza é uma das sedes do Global Game Jam (GGJ), considerado um dos maiores eventos de desenvolvimento de jogos do mundo. Realizado entre os dias 20 a 22 janeiro, o GGJ acontece na Faculdade Farias Brito. A inscrição é gratuita e pode ser feita pela internet por meio do site http://globalgamejam.org/2017/jam-sites/aperta-start-faculdade-farias-brito
Durante as 48 horas de imersão do GGJ, as equipes precisaram criar jogos de acordo com a temática proposta, que deverá ser disponibiliza duas horas antes de iniciar o evento. O Global Game Jam não possui caráter competitivo, pois, a proposta é a experiência colaborativa em que prevalecem o aprendizado e a criatividade no universo digital.
Com o lema “Inovação, Experimentação e Colaboração”, o Global Game Jam mobiliza, desde 2009, uma média de 90 países, com eventos acontecendo simultaneamente em todo o mundo.
Serviço
Global Game Jam
Onde: Faculdade Farias Brito - Rua Castro Monte, 1364 - Varjota, Fortaleza.
Quando: 20, 21 e 22 de janeiro de 2017

Camilo em Dubai

Em Dubai, governador visita maior usina de dessalinização do mundo


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Empresa italiana que construiu a usina em Dubai demonstrou interesse em instalar unidade no Ceará

web edit 2017-01-18-PHOTO-00000069No terceiro dia de missão oficial no Oriente Médio, o governador Camilo Santana visitou nesta quarta-feira, em Dubai, nos Emirados Árabes, a maior usina de dessalinização do planeta. Construída pela empresa italiana Fisia Italimpianti e operada pela Dubai Electricity and Water Authority, a planta tem capacidade de produção de 636.400 m3/dia e possui oito unidades de dessalinização integradas, além de uma de mineralização.

“A dessalinização é uma das alternativas que temos buscado para amenizar o problema da seca, além de todas as ações que realizamos nos últimos anos em todo o estado”, citou o governador Camilo Santana, que estava acompanhado do assessor especial para Assuntos Internacionais, Antônio Balhmann.

web edit 2017-01-18-PHOTO-00000066Durante a visita à usina, o gerente regional da empresa italiana, Ângelo Rivino, afirmou à comitiva cearense que a Fisia Italimpianti tem interesse em investir no Ceará não apenas no planejamento e na construção de uma planta, mas também em sua operação. Os representantes da companhia devem visitar o estado nos próximos meses para conhecer possíveis locais para a instalação da planta de dessalinização. 


Chuvas

Em evento realizado nesta quarta-feira, no Palácio da Abolição, o Governo do Ceará divulgou, por meio da Funceme, o prognóstico para a quadra chuvosa de 2017. Depois de cinco anos de seca, a probabilidade de chuvas dentro da média histórica é de 40% para os meses de fevereiro, março e abril – 30% acima e 30% abaixo da média.

Apenas em 2016, o governo Camilo Santana investiu mais de R$ 400 milhões em ações relacionadas à segurança hídrica, mesmo dentro de um cenário de crise econômica enfrentado por todo o país. “Vamos continuar com a implementação de ações tanto de gestão da oferta e da demanda, como de ampliação da infraestrutura hídrica para buscar novas fontes, e é lógico, acelerar essas ações. O Governo do Estado tem feito todos os esforços para viabilizar essas ações", disse o secretario dos Recursos Hídricos, Francisco Teixeira.


Oriente Médio

Desde o início da semana, o governador cumpre agendas no Oriente Médio para atrair investidores ao Ceará. Na segunda-feira, Camilo Santana apresentou em Omã, na Ásia, as oportunidades de investimento no estado por meio do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e Plano de Concessões. Na terça-feira, o governador discutiu com investidores do Irã a instalação de uma refinaria no Ceará.




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18.01.2017

Thiago Cafardo
Porta-voz do governador do Ceará

Fotos: Ascom / Governo do Ceará

No Colosso

Fenômeno das pistas e um dos maiores “hitmakers” do Brasil na atualidade, o produtor e DJ Dennis é atração desta sexta-feira (20), do Colosso Lake Lounge. O carioca misturou o funk, o pop e a música eletrônica e se transformou em um dos nomes mais concorridos para eventos pelo país.

DENNIS é hoje um dos nomes mais populares da cena eletrônica brasileira. Suas apresentações no concorrido Baile do Dennis e nos maiores eventos e festas atraem uma enorme legião de fãs que lotam os shows e alavancam a audiência de seus vídeos, podcasts, programas de rádio e redes sociais.

Dennis lançou, entre outros sucessos, “Na Farra”, em parceria com o cearense Wesley Safadão; Vamos Beber, Feat. João Lucas & Marcelo e Ronaldinho“Ela se Joga e “Malandramente”, um dos hits de mais tocados em 2016, sendo primeiro lugar no Spotify, entre as canções mais ouvidas do Brasil e o segundo entre as músicas que mais viralizaram no mundo. 

Não foi do dia para noite que o produtor transformou-se no fenômeno da atualidade. Sua trajetória teve inicio aos 13 anos, quando passou a tocar em festinhas do bairro. Aos 15, já fazia casamentos e grandes eventos e, aos 17, teve seu primeiro programa de rádio na extinta Imprensa FM. Na mesma época entrou para o time de DJs da mítica equipe de som “Furacão 2000”. Logo destacou-se na cena funk carioca, lotando as pistas e, aos poucos, transformou-se no mais disputado  DJ, produtor musical e compositor de hits do segmento.

Entre seus primeiros sucessos que viraram verdadeiros hits, estão “Dança da Motinha”, da MC Beth, “Cerol na mão”, do “Bonde do Tigrão”, e “Adultério”, de Mr. Catra, todas produzidas por Dennis, além de “Tô Tranquilão”, sucesso de MC Sapão produzido e escrito pelo artista, entre tantas outras canções que marcaram época. Com 19 anos de carreira, consolidou sua imagem ao convidar artistas para dar voz a suas produções e estrelar vídeos em seu canal do YouTube, que possui mais de 100 milhões de visualizações.

Dennis se orgulha de fazer parte, com seu funk eletrônico, do time de artistas responsáveis por transformar o ritmo, que nasceu nos bailes da periferia carioca, em música pop “mainstream” de sucesso mundial.

Malandramente

Vamos Beber, Feat. João Lucas & Marcelo e Ronaldinho

Quando o DJ Mandar, Feat. Tarapí e Neblina

SERVIÇOS:
Quando: 20 de janeiro
Onde: Colosso Lake Lounge
Hora: 22 horas
Valores: R$ 40 feminino-meia | R$ 60 masculino-meia
Vendas: Colcci (Iguatemi), Garrafeira (Rio Mar) e Rouge (Meireles)