No Dragão

Programação cultural de 1º a 6 de novembro de 2016 no Centro Cultural Dragão do Mar



FUNCIONAMENTO DO DRAGÃO DO MAR 

// Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. 
// Bilheterias: de terça a domingo, das 14h às 20h.
// Cinema do Dragão-Fundação Joaquim Nabuco: de terça a domingo, das 14h às 22h.
// Museus: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito. 
// Multigaleria: terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

// Atenção: às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cafés, museus, Multigaleria e bilheterias. 

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► Debate com Ginga
“Acrobáticos: diferentes maneiras de ensinar”

O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, o tema é “Acrobáticos: diferentes maneiras de ensinar”, com a Profa. Ms. Lorena Furtado, do Instituto de Educação Física e Esportes da UFC e Coordenadora do projeto "Gymnarteiros" da Ginástica para todos", do IEFES.

“O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.

A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil
A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.

O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra - RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza - CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.

Dia 3 de novembro de 2016, às 19h, no Auditório. Gratuito.

Contato: Luciano Hebert (98845-0743 / 98711-4900 / hebert.capoeira@gmail.com)




► Canoa Blues 2016
Abdo Blues Band (SP), que tem como frontman o gaitista e vocalista Marcio Abdo, abre a programação do Canoa Blues 2016. No show, a banda faz o lançamento oficial do álbum “Plano B”. Na semana seguinte, o festival segue para Canoa Quebrada.

O Festival Canoa Blues vai além da boa música. A programação inclui ainda atividades de inclusão social promovidas em parceria com organizações não-governamentais de Canoa Quebrada. Reconhecido nacionalmente, o festival integra o Calendário Oficial do Estado do Ceará, conforme a lei 14.635, de 26 de fevereiro de 2010.

Dia 3 de novembro de 2016, às 21h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Gratuito.

Contato: Capuchino Press (Assessoria de Imprensa) (85) 3267.1425 | renata@capuchino.com.br | karla@capuchino.com.br




► Ceará Jazz Series
Marcos Maia faz tributo a Django Reinhardt

O festival Ceará Jazz Series - Temporada Permanente de Jazz, que vem promovendo shows com grandes nomes da música cearense prestando homenagem a mestres e obras-primas do jazz, tem novo show no Teatro do Centro Dragão do Mar na sexta-feira, 4/11, às 20h, com entrada franca. A apresentação traz o guitarrista e violonista Marcos Maia, capitaneando um grupo de aplaudidos músicos de Fortaleza prestando tributo a Django Reinhardt e ao "gipsy jazz", o jazz cigano (ou jazz manouche), uma vertente diferenciada contemplada pelo Ceará Jazz Series, que já promoveu homenagens a artistas como Miles Davis, Dave Brubeck, Chet Baker, Thelonious Monk, John Coltrane e Billie Holiday.

O show tem entrada franca e os ingressos serão distribuídos a partir das 17h, nas bilheterias do Dragão do Mar, mediante doação de um quilo de alimento, destinado à Associação dos Amigos e Voluntários do Hospital São José. Assim como é característica do Ceará Jazz Series, o show "Marcos Maia - Tributo a Django Reinhardt" será precedido por um bate-papo com os músicos, às 18h30 da sexta-feira, 4/11, no próprio teatro, como forma de aproximar artistas e público, em um debate informal sobre a obra de Django Reindhart, o jazz manouche e a preparação do show.

A apresentação também será especial por constituir um reencontro de Marcos Maia com o público cearense. Atualmente, o violonista, guitarrista e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece) se dedica a um doutorado na Unicamp (SP). O show em homenagem a Django Reinhardt conta com um time de craques da cena musical cearense, escolhidos e arregimentados por Marcos Maia especialmente para este espetáculo inédito. O público terá o privilégio de conferir clássicos do jazz manouche, como "Swing 42", "Nuages" e "Djangology",  na interpretação de Marcos, Paulo Leniuson (violino, integrante da Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho), Lucas Araújo (violões),Claudio Miranda (contrabaixo acústico) e Marcelo Holanda (bateria).

O jazz cigano

"Segundo Babik Reinhardt, falecido guitarrista e filho de Django, seu pai levou o jazz para a cultura cigana dos manouche, criando assim um estilo resultante do jazz e música cigana, o 'jazz manouche' ou 'gypsy jazz'. Dessa forma ele inaugura um capítulo na história do jazz, numa vertente européia, apresentando ao mundo gravações de composições próprias com improvisações de uma linguagem peculiar juntamente com standards do jazz americano", aponta Marcos Maia, sobre a escolha por homenagear Django Reinhardt nesta nova edição do Ceará Jazz Series.

"Django também introduziu uma nova sonoridade tímbrica por meio da reunião de instrumentos de cordas friccionadas (contrabaixo acústico e violino) e três violões para a base rítmico/harmônica, tendo-o como solista ao lado do violinista Stephanie Grappeli. Essa formação original deu novo formato ao jazz combo, sem bateria, piano ou metais, mas de rítmica acentuada ou swing. Nos últimos anos Django experimentou a guitarra elétrica e a inserção de bateria, piano e clarineta. Porém, seu principal legado, que permanece até os dias atuais, é a execução do jazz cigano com os instrumentos acústicos em sua primeira formação no quinteto Hot Clube de France. Atualmente, David Reinhardt, filho de Babik, neto de Django, é o herdeiro direto dessa tradição musical", acrescenta Marcos Maia, sobre a permanência do legado musical de Django.

Jazz cigano: levada, ritmo, swing

Marcos Maia ressalta a levada tradicional do jazz cigano, que será exemplificada no show do dia 4/11, no Teatro do Centro Dragão do Mar. "'La Pompe' é a denominação para a levada de mão direita do violonista/guitarrista do jazz cigano. Fora as valsas ciganas, o jazz manouche se baseia em compassos quaternários similar ao jazz americano, procurando acentuar os contratempos, uma característica do que se denomina 'swing'", descreve. "Há variações sobre a levada "la pompe" que podem ser ouvidas nas gravações de Django e nos músicos atuais. Mas o importante é não perder o swing e a regularidade rítmica". 

A escolha dos músicos para o show

O violonista cearense destaca que a escolha dos músicos para o show do dia 4/11, no Teatro do Centro Dragão do Mar, foi "espontânea e natural" tendo como critério a intimidade do instrumentista com o repertório do jazz cigano de Django Reinhardt e a linguagem peculiar de improvisação do gypsy jazz. "OS músicos convidados para esse projeto compactuam um gosto e uma preferência musicais comuns em suas formações. A leve bateria pode compensar muito bem a ausência de um terceiro violão, contribuindo com o swing", aponta.

A seleção de repertório

Para o show do dia 4/11, pelo Ceará Jazz Series, Marcos Maia optou por selecionar diferentes temas dentro do vasto universo da obra de Django Reinhardt. "A opção de um repertório envolvendo mais de um disco de Django se justifica pela facilidade em improvisar sobre músicas já bem conhecidas dos instrumentistas participantes e já também bastante divulgadas e executadas por outros músicos do jazz manouche. O repertório conta com composições de Django, como 'Minor Swing', 'Swing 42', 'Djangology', 'Nuages', 'Anouman', 'Rhythm Futur', 'Daphné', 'Improvisation 2', além de releituras como 'Brasil', do Ary Barroso, 'Limehouse Blues' (P. Braham & D. Furber) e o primeiro movimento de um concerto para violino de J.S.Bach em Ré menor", detalha.

Mais sobre Django Reinhardt

Django Reinhardt nasceu aos 23 dias de janeiro de 1910, em Liberchies, na Bélgica, e faleceu em Fontainebleau, na França, aos 16 de maio de 1953. Muitos guitarristas e violonistas renomados comentam a influência de Django Reinhardt em suas formações musicais. Entre eles, John Mclaughlin, Jeff Beck, Steve Howe, Bireli Lagrene, Stochelo Rosenberg, Christian Escoudé, Jimmy Rosenberg, John Williams, Julian Bream e Yamandu Costa.

O "gypsy jazz" de Django está presente nas edições de livros sobre a história do jazz, em "songbooks" de transcrições dos temas e improvisações do músico cigano e em documentários sobre sua vida e sua música. Vale ressaltar a importância dos festivais de jazz que têm dado oportunidade aos músicos e grupos de gypsy jazz se apresentarem, como os de Samois-Sur-Seine na França, de Jazz Manouche de Piracicaba (SP, este ano em sua 4ª edição), além do Ceará Jazz Series.

Django Reinhardt não lia partituras nem tinha conhecimentos teóricos sobre música. Tocava "de ouvido", como se diz comumente, uma tradição oral que se estende a muitos de seus descendentes musicais até os dias atuais. "Quem sabe um dia a 'escola' do gypsy jazz de Django seja inserida nos currículos das escolas de jazz no mundo inteiro, algo que só depende dos agentes do ensino formal", ressalta Marcos Maia.

Em dezembro, tributo a Dave Brubeck

Já no dia 2 de dezembro, também pelo Ceará Jazz Series, no Teatro do Centro Dragão do Mar, o saxofonista, flautista, compositor, arranjador e também professor universitário Márcio Resende arregimenta grandes instrumentistas para um novo desafio: recriar ao vivo no palco o disco "Time Further Out", de Dave Brubeck, lançado em 1961.

Nada menos que o álbum que sucedeu o clássico "Time Out", uma das obras mais bem-sucedidas da história do jazz, com Dave Brubeck, Paul Desmond, Eugene Wright e Joe Morello mergulhando ainda mais fundo na experimentação rítmica e na criação sobre compassos compostos. O disco "Time Out", que foi recriado no palco em uma das primeiras edições do Ceará Jazz Series, foi tema de um dos shows mais aplaudidos do projeto. Que venha então o desafio deste novo espetáculo.

Dia 4 de novembro de 2016, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. ENTRADA FRANCA. Às 17h, começa a distribuição de ingressos, nas bilheterias do Centro Dragão do Mar (até dois ingressos por pessoa, mediante doação de um quilo de alimento, por espectador, para doação à Associação dos Amigos e Voluntários do Hospital São José). Às 18h30, tem bate-papo com os músicos, também com entrada franca, no Teatro.

Contato: 85 98699-6524 (Dalwton Moura) e 85 98824-0994 (Lucas Benedecti)

► Festival Concreto

Dar cor à cidade. Aquele encantar-se pelas ruas, a Fortaleza dos encontros e dos olhares que criam e contemplam, dos artistas que se encontram e interagem, desse colorido-todo nos muros, nas paisagens e no cotidiano: tudo isso faz do "Festival Concreto - Festival Internacional de Arte Urbana" um dos eventos mais aguardados do Ceará. A 3ª edição tem início no dia 4 de novembro e segue até o dia 12 com a presença de mais de 100 artistas locais, nacionais e internacionais, serão mais de 35 projetos do Ceará, 25 propostas nacionais e 14 artistas internacionais de nove países (México, Chile, Espanha, Polônia, Argentina, Portugal, Ilhas Canárias, Itália e Inglaterra), além de atividades de formação, residência artística, lançamento de livros e de documentários, bazar de compra de obras e as já tradicionais festas e shows que encantam deixando um legado de criatividade, rebeldia e beleza que vai muito além das tintas. 

O evento teve lançamento no dia 27 de outubro, na Multigaleria no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com a Exposição: Choque Cultural no Festival Concreto, 13 anos de produção gráfica. Uma oportunidade de conhecer obras de artistas renomados na arte urbana: Daniel Melim, Tec, Jaca, Matias Picón, Stephan Doitschinoff, Rafael Silveira, BijaRi, Zezão, Speto, Onesto, Titi Freak entre outros. Fundada por Mariana Martins e Baixo Ribeiro em 2003, em São Paulo, a Choque, desde então, edita pôsteres e gravuras com variadas tiragens, monotipias, livros-objetos, zines, adesivos, lambe-lambes e outras peças gráficas, tendo criado uma rede de parceiros com a mesma intenção inovadora e colaborativa. É pioneira enquanto galeria especializada em arte urbana no Brasil e referência mundial.  

E no dia 4 de novembro, o Festival Concreto faz festa. O Lançamento e credenciamento dos artistas acontece às 19h no Espaço Rogaciano Leite (palco sob passarela), no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. A programação conta com uma solenidade de abertura, show com bandas e performances, além de Live Painting com Rafael Highraff (SP). Durante os nove dias do festival, os artistas estarão espalhados pela cidade em diversos bairros pintando ao vivo e na rua, apresentando seus trabalhados em graffiti, criando instalações de mobiliários urbanos, performances sonoras, além de dialogar com a população e promover palestras, seminários e vivências.

Um dos destaques das atividades é a Amplitude, Escola de Arte Urbana, responsável pelas ações formativas, que em parceria com o Centro Cultural Bom Jardim, realizarão Vivências Práticas de Formação, que através de convocatória, 10 selecionados irão receber bolsa-auxílio e serão acompanhados, num processo de aprendizado prático e dialógico, por artistas de renome nacional e internacional. Outro fator importante é o "Seminário Arte Urbana - Cultura Contemporânea", um ciclo de palestras com artistas, produtores e ativistas da arte urbana mundial. Uma ação em parceria com a Escola Porto Iracema das Artes. A formação e o intercâmbio são marcas fortes dessa terceira edição. Esse ano, além das atividades em Fortaleza, teremos o Conexão Sobral, estendendo as ações do Festival Concreto ao interior do estado.

Programação em Fortaleza - As atividades, na capital, seguem durante 9 dias com ações variadas: pinturas de murais e grafitti, palestra com Debora Pill (BRA), produtora dos artistas Os Gêmeos; ação de mutirão do ateliê itinerante CarRUAagem; palestra "Escultura na Arte Urbana" com Robert Panda ( POR), debate "30 anos de Stêncil" com OZI (BRA), oficina Arte Urbana e Cidade com Baixo Ribeiro e Mariana Martins além de visita guiada à exposição "13 anos de produção gráfica" - Choque Cultural no Festival CONCRETO; discussão "Arte Urbana e Tecnologia / Atelier compartilhado" com Ciryl23 (ESP) e Chylo (POL), palestra "Da arte Urbana para a Arte Contemporânea" com Stephan Doitschinoff - CALMA (BRA); bazar e expô das obras dos artistas do Festival Concreto 2016 e da Choque Cultural, oficina de Stêncil para crianças + CarRUAgem com OZI  no Estoril e festa de encerramento. 

Saiba mais - O Festival que nasceu com o propósito de produção e difusão, aproveitando o potencial arquitetônico de Fortaleza, também objetiva promover a interação e o dialogo com as mais diferentes culturas, onde aspectos como a estética, a forma e a cor sejam discutidos, promovendo assim um verdadeiro crescimento na qualidade da produção artística como um todo, buscando estar na vanguarda da arte urbana.

Em 2015, o Festival Concreto contou com participação de 25 artistas de doze países, 30 artistas nacionais, 100 artistas locais, cinco bandas e o lançamento do projetos Cine Mara Hope, com a exibição do filme “Medo do Escuro”, do cineasta Yvo Lopes. Outra atração foi o Mobiliário Urbano, que promoveu a instalação da arquibancada para o pôr do sol na Praia de Iracema. Já a primeira edição, em 2013, reuniu 117 artistas nacionais e internacionais em exposições, intervenções, workshops, oficinas e palestras, técnicas e linguagens, como o muralismo, o graffiti, a música e a dança.

Lista de artistas e coletivos

Thelmo Cristovam /PE; Dinho Bento/MG; Pablo Malafaia/RJ; Geviana/MA; Kbça/BA; Léo Arem/PE; Natália Coehl/SP; Coletivo Zin/ES ( Jean e Renato); Vander/SP; William Mophos/SP; Zéh Palito/SP; Rimon Guimarães/PR; Stephan Doitschinoff/SP; Ozi/SP; Rafael Highgraff/SP; José Carolos Ribeiro dos Santos/Choque; Mariana Pabst Martins/Choque; Cláudio Ethos/SP; Débora Pill/SP; Amarillo Público/MEX; Came Moreno/MEX, Irene Lasiuita/ARG, Mariana Palomino/Ilhas Canárias, Alan Myers/ARG, Unonueve/CHI, Bifido (Itália), Zesar Bahamonte/ESP, Lucas Lasnier/ARG, Ciril 23/ESP, Chylo/POL, Robert Panda/POR, Armando Siba; Baião Ilustrado; Diego Maia; Erica Rodrigues; Johnny Cardoso; Jucá; Lápis de Lata; Lui Duarte; Luiza Veras Azuhli; Luks; Maíra Ortins; Neurônio ; Paulo Victor; Thiago Nery; Weyber Ferreira, Intervenções; Artur Dória; Bianca Misino; Diana Medina; Erica Rodrigues; Felipe Camilo; Juliana Mota; Lucas Cabral; Rian Fontenele; Simone Barreto; Germana Brito/Sobral; Thalita Feirtosa/Capiriaço e No Barraco da Constância. 

Festival Concreto 2016 - patrocínios: ENEL, Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor) e Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE). 

Programação de Lançamento Festival Concreto 2016

== 4 a 12 de novembro - Artistas realizam intervenções urbanas variadas (graffiti, mural, stêncil, performances, intervenções, instalações...) em vários bairros e pontos da cidade. 

== 27 de outubro - Choque Cultural no Festival Concreto - 20h no espaço Multigaleria no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Uma das atividades de lançamento do Festival acontecerá na abertura da exposição "13 anos de produção gráfica" - Choque Cultural no Festival CONCRETO. A Exposição também faz parte da programação da SAU - Semana de Arte Urbana de Fortaleza (26-28/ Out). Uma coleção com cartazes de uma das galerias mais expressivas no cenário da arte urbana. 

== 4 de novembro - Lançamento do Festival Concreto 2016 e credenciamento dos artistas - 19h no Espaço Rogaciano Leite (palco sob passarela) no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - A programação contará com uma solenidade de abertura, falas de boas vindas, show com bandas e performances além de Live Painting com Rafael Highraff (SP). A atividade é aberta ao público e gratuita. 

De 4 a 12 de novembro em Fortaleza. Mais informações: 

Contato: Ivna Girão - 85 98817.5149 | Assessoria de comunicação


► Festival Ponto.CE
Após uma grande celebração em abril deste ano, a festa não pode parar! Depois da
primeira etapa, realizada no primeiro semestre, o Ponto.CE retorna com muitas
novidades, dando continuidade à comemoração dos 10 anos do festival. Para celebrar
essa data tão importante, o maior festival de artes integradas do Ceará apresenta
uma programação musical muito especial.

Para começar, o festival ganha mais uma noite, somando quatro dias de programação
em três locais distintos. Os shows acontecem nos dias 4, 5, 11 e 12 de novembro no
Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e nas casas de show Let´s Go
e Berlinda, localizadas no entorno do centro cultural. Além das apresentações
musicais, o Ponto.CE recebe – para uma tarde de autógrafos – o músico, ilustrador e
escritor Vitor Isensee (vocalista da banda Braza e ex-Forfun) para o lançamento do
seu novo livro “A Todo Pano”. Outra novidade desta edição é que com o mesmo
ingresso, o público poderá conferir as atividades nos três locais.

O Ponto.CE 10 Anos tem o patrocínio da Coelce/Enel, apoio cultural da Secretaria da
Cultura do Estado do Ceará (SECULT) através da Lei 13.811/2016 e do Centro Dragão
do Mar de Arte e Cultura, e é uma realização da Associação de Produtores
Independentes do Ceará - APROINCE e da FUNARTE/MINC, através do Prêmio
Funarte de programação de música continuada 2015.

Confira a programação:

DIA 4/11 –

Anfiteatro do Dragão do Mar: Supercombo (ES), Rocca (CE) e Caíke Falcão (CE)
Let´s Go Bar: Plutão Já Foi Planeta (RN), Boys Bad News (MA) e Minerva (CE)
Berlinda Club: After Party com Dj´s

DIA 5/11 – 
Anfiteatro do Dragão do Mar: Braza (RJ), The Baggios (SE) e Soulvenir (MA)
Let´s Go Bar: Far From Alaska (RN) e Backdrop Falls (CE)
Berlinda Club: Lançamento do Livro “A Todo Pano” - Vitor Isensee (vocalista da
banda Braza) e After Party com Dj´s

DIA 11/11 –
Anfiteatro do Dragão do Mar: Tulipa Ruiz (SP) e Camila Marieta (CE)
Let´s Go Bar: Estramônio (CE) e Cid (CE)
Berlinda Club: After Party com Dj´s

DIA 12/11 –
Anfietatro do Dragão do Mar: Silva (ES) e Caio Castelo (CE)
Let´s Go Bar: Berg Menezes (CE) e Swan Vestas (CE)
Berlinda Club: After Party com Dj´s

SERVIÇO:
Ponto.CE 10 Anos - 2ª etapa
Dia 4, 5, 11 e 12 de novembro de 2016
Local: Anfiteatro do Dragão do Mar, Let´s Go Bar e Berlinda Club

Abertura dos Portões: 20h
Classificação etária: 16 anos
Ingressos:
#PONTO1 = Dia individual (1o lote)
Meia-entrada: $20 reais ($18 + tx. adm.: $2)
Inteira: $38 reais ($34 + tx. adm. $4)
OBS: 1. Será exigida a apresentação da carteira de estudante nas portarias de
cada local.

#PONTO2 = Combo 2 dias (um dos dois finais de semana - dias 4 e 5 ou dias
11 e 12)
Preço único: $52 reais + 1kg de alimento

#PONTO4 = Combo 4 dias (dias 4, 5, 11 e 12)
Preço único: $82 reais + 1kg de alimento
* Com uma das opções de ingresso você tem acesso aos 3 palcos (Anfiteatro
do Dragão do Mar, Let´s Go e Berlinda);
** Ingressos limitados de acordo com a capacidades dos espaços.

Pontos de vendas:
Loja Kangaço (Rua Senador Pompeu, 834, 2º andar, sala 225 - Centro
Moto Ink Tattoo Shop - Rua Torres Câmara, 370 - Aldeota
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Praia de Iracema.
Site Ingressando: www.ingressando.com.br

Mais informações:
Telefone de contato: 85 9 86693746 / 9 97696355

Contato para entrevistas: 85 98559.6319 (Maurílio Fernandes) e 85 98601.9038 (Angélica Maia)


► Battle Dragão
Mensalmente, no Dragão do Mar, a Battle Dragão apresenta um ícone nacional das danças de rua para ministrar workshop gratuito. Em seguida, o convidado julga um campeonato 1x1, entre os participantes inscritos.

Dia 5 de novembro de 2016, às 14h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

Contato: Flip (98746.4795 / 99972.8896 / flipbboy@hotmail.com)



► Teatro Infantil [Temporada de Arte Cearense]
Miau!
Cangaias Coletivo Teatral 
“Miau!” é o primeiro espetáculo infantil do Cangaias Coletivo Teatral. É inspirado no cinema mudo de Charles Chaplin e nos desenhos norte-americanos da década de 1940, como o famoso “Tom e Jerry”, além de ser embalado com a trilha sonora do Jazz. A peça conta a história de um bebê que é achado no lixo e cresce aos cuidados de um gato de rua, numa grande metrópole. 

Dias 5, 12, 20 e 26 de novembro de 2016, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Livre.

Contato: Adonai (85) 9 9631.9284  e-mail: cangaiascoletivoteatral@gmail.com



► Espetáculo “Devoração”
Cia da Arte Andanças

O projeto Devoração marca os 25 anos de existência da Companhia da Arte Andanças, e é um projeto com forte cunho antropológico e etnográfico. A antropofagia nos interessa como estudo, na dimensão em que se constituiu como modo de existir de um povo, os Tupinambá, na origem dessa Terra Brasil. O desejo mais forte que nos move é extrapolar cada vez mais os espaços institucionalizados da arte e continuar investindo na potência dos encontros. Nos constituímos na alteridade.

O trabalho perpassa por questões pertinentes a terra e território. Acreditamos que as questões relativas à moradia e habitação, no campo e na cidade, se configuram num dos maiores problemas enfrentados no Brasil hoje, e desejamos firmemente que nosso trabalho contribua para dar visibilidade a essas lutas, sobretudo às dificuldades enfrentadas pelas comunidades tradicionais, na defesa por seu direito de habitar. Por isso escolhemos o contato estreito com algumas etnias indígenas existentes no Ceará, como modus operandi fundamental do processo de pesquisa e composição coreográfica/cênica.

Contemplado no edital Klauss Vianna/2014, o projeto previu a realização do espetáculo e de um documentário, realizado em parceria com a produtora cearense Nigéria, que vem se destacando ao longo dos últimos anos na área de mídia livre e independente, realizando documentários com foco no vídeoativismo (a exemplo do documentário Com Vandalismo, que foi amplamente exibido por todo o Brasil, sobre as manifestações de junho de 2013). O documentário também tem o intuito de dar visibilidade às lutas e às etnias mais atuantes no Ceará.

O processo pode ser acompanhado pelo site WWW.ciaandancas.com , com a publicação sistemática de trechos de nossos diários de bordo de criação. A estréia do espetáculo acontece em agosto/2016, e o lançamento do documentário em setembro/16.

Ficha Técnica
Direção e composição coreográfica: Andréa Bardawil
Intérpretes-criadores: Sâmia Bittencourt, Aspásia Mariana e Wellington Gadelha
Assistência de produção e acompanhamento de ensaios: Luisa Bessa
Figurino: Ruth Aragão
Design Gráfico: Diogo Braga

Acompanhe o trabalho da Companhia:

Dias 5, 6, 12, 13, 20 de novembro de 2016, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). 

Contato: (98697 7288 / 99631 6668 / andreabardawil@gmail.com)



► Entre Performances [Temporada de Arte Cearense]
O Nascimento do Homem
Grupo Panelinha de Teatro 
O evolucionismo darwiniano escrito em linhas de movimentos poéticos. O nascimento do homem é um trabalho que aborda a evolução de um ser que surge da natureza e retrocede a ela. Nascimento, evolução e morte! A natureza se alimenta de si. E o homem?

Sobre o grupo
O Grupo Panelinha de Teatro surgiu do encontro entre artistas interessados na pesquisa e no exercício da performance, da encenação e da interpretação. E é entre pesquisas, vivências e provocações praticadas pelo grupo que nascem trabalhos focados em criações variadas e naturalmente apoiados em formas e linguagens como ferramenta para ampliar e poetizar os discursos que as obras envolvem. Isso se dá pela variedade de formações que seus integrantes possuem, como: teatro, dança, performance, artes visuais e o palhaço. Propõe-se que os integrantes tragam referências pessoais, sejam elas cinematográficas, musicais ou estéticas e é com o ferver desses ingredientes que se vai chegando a obras em forma de peças teatrais, performances, happenings, intervenções urbanas e esquetes. O grupo atualmente é formado por Dyego Stefann, Guilherme Bruno, Gutto Moreira e Wládia Torres. E tem como atores convidados Gil Rodrigues e Victor Abreu. 

Dias 6 e 13 de novembro de 2016, às 17h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

Contato: Dyego (85) 3013.1309 e-mail: dyegostefann_@hotmail.com



// TODA SEMANA NO DRAGÃO

► Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
De sexta a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho D'Água. Acesso gratuito. 

► Planeta Hip Hop
Grupos promovem exibições de dança e música hip hop.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

► Pôr do Som – Música de Câmara no Dragão
A cada sábado, um grupo destacado da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (Osuece) apresenta-se no Dragão do Mar. 
Todos os sábados, às 17h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

► Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia agitam as tardes de domingo. 
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

► Brincando e Pintando no Dragão do Mar
Excepcionalmente no domingo do dia 6/11, não haverá Brincando e Pintando no Dragão do Mar.




// PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO 

Planetário Rubens de Azevedo é um espaço de entretenimento e formação pedagógica através de caráter transdisciplinar em Astronomia. 

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). 

Sessões às sextas-feiras, aos sábados e domingos:

O ABC do Sistema Solar, sempre às 18h
Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma "estrela cadente" e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua. De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada "Observador". Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol.

Explorando o Universo, sempre às 19h
Com uma linguagem simples, a sessão apresenta fundamentos de astronomia através de uma história de suspense: O "fantasma" de Galileu aparece e leva o público a uma fascinante viagem no tempo e espaço.   As observações de Galileu deram início a novas pesquisas que finalmente comprovaram as ideias de Copérnico e Kepler sobre o Universo.  Além dos fatos históricos, a sessão mostra o conhecimento atual sobre a estrutura do Universo e do nosso Sistema Solar. Uma perfeita combinação de projeção clássica de planetário com imagens digitais.



//// EXPOSIÇÕES EM CARTAZ


// MUSEU DA CULTURA CEARENSE

► Exposição "Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual" [Salas 3 e 4]

Reunindo uma série de peças feitas de barro, a mostra apresenta o dinamismo e vivacidade desta arte ancestral e milenar, no Ceará, além de trazer ainda a contribuição de artistas plásticos e visuais como Bosco Lisboa, Gentil Barreira e Tiago Santana.

Potes, panelas, alguidar, caco de torrar café, brinquedos. A exposição Miolo de Pote revela um Ceará uno e múltiplo, similar e diverso, em dia com as heranças indígenas, africanas, ibéricas. “Primitiva e atual, a arte no barro mantém características próprias em cada localidade ou região, seja no tipo de material, no desenho, nas técnicas, seja no resultado final”, define a curadora Dodora Guimarães. Além dela, a mostra tem ainda a contribuição curatorial da historiadora e diretora de museus do Centro Dragão do Mar, Valéria Laena.

Miolo de Pote reúne, sobretudo, duas coleções públicas: a do Museu da Cultura Cearense (Instituto Dragão do Mar), feita entre 1997 e 1998, que cobriu a Região do Cariri, Saboeiro e Iguatu; e a da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Governo do Estado do Ceará), adquirida em 2005 e 2006, durante o Projeto Secult Itinerante, que percorreu todo o Estado. Algumas peças advindas do Projeto Comida e da exposição O Fabuloso Mundo do Barro, ambos do MCC, enriquecem a mostra que conta ainda com a participação dos artistas plásticos e visuais Bosco Lisboa, Gentil Barreira, Liara Leite, Sabyne Cavalcanti, Tiago Santana, Tércio Araripe, Terry Araújo e Túlio Paracampos.


Instalação de Bosco Lisboa
Em julho, o MCC e o artista Bosco Lisboa desenvolveram uma oficina gratuita, aberta ao público, cujas peças produzidas agora são parte de uma instalação inédita, nesta exposição. Nas aulas ministradas de 19 a 22 de julho, no ateliê da Praça Verde do Dragão do Mar, o artista ensinou as técnicas para se trabalhar com argila.

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Bosco desenvolveu, por mais de dez anos, uma pesquisa com artesãos do Sítio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica de sua cidade natal. Em 1994, passou a moldar o barro tendo em vista sua relação com o cotidiano. Por seu trabalho, recebeu menção honrosa no Salão dos Novos em 1993, em Fortaleza. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se 1ª Bienal do Cariri (Juazeiro do Norte, 2001), Bienal Naif’s (Sesc Piracicaba, 2004) e Projeto Abolição Tudo É de Barro, no Centro Cultural do Abolição (Fortaleza, 2005).

>> Em cartaz até novembro de 2016, no Piso Intermediário do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.



► Exposição “Narrativas e Alteridade – O Outro de Nós” [Encontros de Agosto]

A partir do tema “Narrativas e Alteridade”, o festival Encontros de Agosto 2016 propôs que fotógrafos dos nove estados do Nordeste fossem além das próprias fronteiras, trazendo e potencializando imagens de lugares e sujeitos imaginados. O público poderá contemplar na exposição questões universais a partir das realidades locais, percebendo aproximações e diferenças. 

Esta exposição é composta de mostras coletivas de fotógrafos cearenses e dos demais estados do Nordeste. “As narrativas visuais têm como fundamento a alteridade, traduzida e discutida pelo olhar de 54 fotógrafos, sendo 23 deles cearenses. É uma oportunidade única dos espectadores verem essa rica produção nordestina em um só local. São mais de 300 fotos”, explica a coordenadora geral do evento, Patricia Veloso. 

Os intercâmbios abrem canais de comunicação para circuitos nacionais e internacionais. Após a exibição no Ceará, as mostras serão adequadas para uma exposição itinerante. Mais sobre o festival Encontros de Agosto: www.encontrosdeagosto.com.

>> Em cartaz até dezembro de 2016, no Piso Superior do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.



► Exposição Vaqueiros [Sala 4] [Exposição de Longa Duração] 

Em exibição no Museu da Cultura Cearense desde 1998, a Exposição Vaqueiros arrebata o público que nela identifica traços de sua cultura e costumes. A exposição ao longo dos anos enriquece os saberes, instiga reflexões, desperta emoções. Nela revelam-se inúmeros elementos que possibilitam rememorar e reconstruir o que se compreende como o universo sertanejo.

Na exposição, você conhecerá o vaqueiro como profissional, sertanejo, trabalhador, conhecedor de inúmeras funções e do meio em que habita, capaz de inúmeros feitos, viajará pelas humildes manifestações do cotidiano, religiosidade e festividades e testemunhará particularidades como a habilidade com o artesanato do couro, as práticas da derrubada e da cria do gado, dentre outras.

No Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito. 


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